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Política

“É um governador que abraça o interior”, afirma prefeito de Itapetinga ao defender reeleição de Jerônimo Rodrigues

O prefeito de Itapetinga, Eduardo Hagge, defendeu na quinta-feira (28), em Ilhéus, a reeleição do governador Jerônimo Rodrigues e afirmou que o interior da Bahia passou a ser valorizado nas gestões iniciadas por Jaques Wagner, continuadas por Rui Costa e agora conduzidas por Jerônimo. A declaração foi dada durante reunião da Associação dos Municípios do Sul, Extremo Sul e Sudoeste da Bahia (Amurc), que reuniu 50 dos 52 prefeitos da entidade, além do governador, do senador Jaques Wagner e do ex-ministro da Casa Civil Rui Costa. “O interior era visto como algo caipira, algo distante. Esse é o mérito de 20 anos de governo, iniciado pelo governador Wagner, seguido pelo governador Rui e agora também por Jerônimo. O interior passou a ser valorizado, com investimentos em saúde, educação e no fortalecimento das regiões. Isso dá um novo ânimo ao interior, um novo respeito, dá orgulho de ser cidadão baiano, dá orgulho de ser aliado e participar de um projeto político tão importante como esse que a Bahia vem experimentando há 20 anos”, afirmou Hagge. O prefeito ressaltou o perfil municipalista de Jerônimo e disse que a presença do governador nos municípios reforça o reconhecimento das lideranças do interior ao projeto político liderado pelo presidente Lula na Bahia. “Jerônimo é um governador municipalista, um governador que pisa no interior, que abraça o interior e está sempre presente. Essa demonstração aqui, governador Jerônimo, é uma demonstração de carinho, é uma demonstração de que o interior reconhece. Nós estamos aqui validando as políticas públicas, as políticas administrativas do governo e dizendo que o interior se orgulha muito de estar ao lado de quem olha para ele”, completou o gestor.

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Esquerda tem que usar verde e amarelo na Copa para cores não serem tomadas por fascista, diz Lula

A esquerda brasileira precisa aprender a usar na Copa do Mundo as cores verde e amarela para que elas não sejam tomadas por fascistas, afirmou o presidente Lula (PT) na tarde deste sábado (30), no Rio de Janeiro, no lançamento da plataforma de streaming Tela Brasil. O petista se referiu às cores presentes na bandeira nacional logo no início de sua fala, ao ver o prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), com um casaco da seleção brasileira. As duas cores, na política, foram dominadas por aliados de Jair Bolsonaro (PL) há anos e, desde a posse em seu terceiro mandato, o governo Lula busca incentivar o uso. “Você [Cavaliere] precisa colocar o verde e amarelo e colocar ‘não bolsonarista’. Essa é uma coisa que a esquerda vai ter que aprender a fazer. A gente vai ter que, nessa Copa do Mundo, andar de verde e amarelo para não deixar que as cores do Brasil sejam tomadas por nenhum fascista”, afirmou o presidente, que foi aplaudido pelos presentes. Em seguida, o autor Paulo Betti, que estava no palco do evento ao lado de outros artistas, exibiu uma bandeira brasileira. Durante o seu discurso de cerca de 15 minutos, Lula disse que o Brasil ganhou “muita respeitabilidade” no cenário internacional. Ele mandou recados em defesa da soberania do país, mas não chegou a mencionar a decisão dos Estados Unidos de classificar como terroristas o PCC e o Comando Vermelho. A medida foi vista por aliados de Lula como uma possível intervenção na política de segurança do Brasil. “O Brasil hoje ganhou muita respeitabilidade. Sabe por quê? Porque quem quiser ser respeitado tem que se respeitar. Ninguém respeita quem não se respeita”, disse o presidente. “Não somos mais feios, não somos mais baixos, não somos menos inteligentes. Nós somos iguais a todo mundo”, acrescentou, em outro momento. O Tela Brasil, lançado neste sábado, é o novo serviço público de streaming dedicado exclusivamente ao audiovisual brasileiro. A cerimônia de lançamento ocorreu durante o evento Rio2C. “Ajudem esse país a fazer a revolução que ele não fez, a revolução cultural para que esse país definitivamente seja dono do seu nariz, da sua história e das suas coisas”, declarou o presidente. Lula voltou a criticar privatizações, argumentando que os processos não trouxeram ganhos para a sociedade brasileira. Ele citou, por exemplo, a venda da BR Distribuidora pela Petrobras. Ao final do discurso, o presidente fez um afago no governador interino do Rio, o desembargador Ricardo Couto. “Nosso governador interino está aqui presente, e eu queria uma salva de palmas para esse homem que vai ajudar a consertar o Rio de Janeiro”, afirmou Lula. Couto está no comando do Executivo fluminense desde março. O desembargador ocupou o cargo de governador depois da renúncia de Cláudio Castro (PL), que é aliado de Bolsonaro e foi alvo de duas operações da PF (Polícia Federal) neste mês. STREAMING GRATUITO O streaming Tela Brasil foi desenvolvido pelo Ministério da Cultura com apoio da Ufal (Universidade Federal de Alagoas). O objetivo é ampliar o acesso da população à produção audiovisual nacional. A iniciativa já está no ar, no site telabrasil.cultura.gov.br, integrada ao gov.br. Em sua fase inicial, o serviço estará disponível apenas na versão web, com previsão de lançamento dos aplicativos para iOS e Android nas semanas seguintes. O catálogo de estreia reúne mais de 560 obras, entre curtas, médias e longas-metragens, séries e documentários. A seleção inclui clássicos do cinema brasileiro, filmes indicados ao Oscar e produções contemporâneas, contemplando diferentes regiões, períodos e estilos da cinematografia nacional. A plataforma também incorpora recursos de acessibilidade, como audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras. Fonte: Política Livre.

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“Americano nenhum vai matar nossos bandidos”, diz Renan Santos

O pré-candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) afirmou na última quinta-feira (28) que o combate às principais facções criminosas do país deve ser conduzido por forças brasileiras, após os Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Em publicação no X, o fundador do Movimento Brasil Livre (MBL) reagiu à decisão norte-americana e declarou que o enfrentamento aos grupos criminosos não dependerá de intervenção estrangeira. “Americano nenhum vai matar nossos bandidos. Quem vai matar seremos nós. Honra e glória aos nossos policiais”, escreveu. A declaração reforça o discurso de endurecimento contra o crime organizado adotado por Renan Santos desde o lançamento de sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto. Classificação das facções A classificação das duas principais facções criminosas do Brasil ocorre em meio ao debate sobre segurança pública e política externa entre Brasília e Washington. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou ter solicitado diretamente ao presidente Donald Trump que PCC e Comando Vermelho fossem enquadrados como organizações terroristas. Segundo o parlamentar, o tema também foi tratado em reuniões com autoridades americanas, incluindo o secretário de Estado, Marco Rubio. O governo do presidente Lula, por outro lado, vinha demonstrando resistência à iniciativa. Integrantes do Planalto argumentam que a legislação brasileira trata PCC e CV como organizações criminosas, e não como grupos terroristas. Auxiliares do governo também apontam riscos de ingerência externa em questões de segurança pública e soberania nacional. Fonte: Congresso em foco.

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Veja como votaram os deputados e partidos na PEC para o fim da escala 6×1

A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (27), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas e abre caminho para o fim da escala 6×1. O texto prevê um período de transição de até 14 meses e agora segue para análise do Senado Federal. No primeiro turno, a proposta recebeu 472 votos favoráveis e 22 contrários, além de 18 ausências e uma obstrução. Já no segundo turno, foram 461 votos a favor e 19 contra, com 33 deputados ausentes. Todos os 65 parlamentares do PT participaram das duas votações e votaram favoravelmente à PEC. Entre os votos contrários no primeiro turno, 11 deputados eram do PL: Bibo Nunes, Caroline De Toni, Daniel Freitas, Daniela Reinehr, Julia Zanatta, Mauricio Marcon, Nicoletti, Paulo Marinho Jr., Ricardo Guidi, Rosangela Moro e Zé Trovão. O Novo registrou quatro votos contra, com Adriana Ventura, Gilson Marques, Marcel van Hattem e Ricardo Salles. União Brasil e MDB tiveram dois votos contrários cada, enquanto PSD, PP e Missão contabilizaram um voto contrário cada. No segundo turno, nove parlamentares do PL mantiveram posição contrária: Bibo Nunes, Caroline De Toni, Daniel Freitas, Daniela Reinehr, Julia Zanatta, Mauricio Marcon, Nicoletti, Ricardo Guidi e Rosangela Moro. O Novo repetiu os quatro votos contrários de Adriana Ventura, Gilson Marques, Marcel van Hattem e Ricardo Salles. MDB, União Brasil, PSD, PP e Missão também tiveram representantes votando contra. Os deputados ausentes no primeiro turno foram: Adolfo Viana (PSDB-BA), Afonso Motta (PDT-RS), Alexandre Leite (União Brasil-SP), Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), Cobalchini (MDB-SC), Dilceu Sperafico (PP-PR), Geovania de Sá (Republicanos-SC), Guilherme Derrite (PP-SP), João Carlos Bacelar (PL-BA), José Priante (MDB-PA), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), Newton Cardoso Jr (MDB-MG), Padovani (PP-PR), Pedro Lupion (Republicanos-PR), Roberto Monteiro Pai (PL-RJ), Sergio Souza (MDB-PR), Tião Medeiros (PP-PR) e Yandra Moura (União Brasil-SE). No segundo turno, os ausentes foram: Adolfo Viana (PSDB-BA), Alexandre Leite (União Brasil-SP), Arnaldo Jardim (Cidadania-SP), Átila Lins (PSD-AM), Beto Pereira (Republicanos-MS), Célio Studart (PSD-CE), Cobalchini (MDB-SC), Diego Andrade (PSD-MG), Dilceu Sperafico (PP-PR), Eriberto Medeiros (PSB-PE), Geovania de Sá (Republicanos-SC), Guilherme Derrite (PP-SP), João Carlos Bacelar (PL-BA), Jorge Araujo (PP-BA), Julio Arcoverde (PP-PI), Júlio César (PSD-PI), Luciano Vieira (PSDB-RJ), Luiz Lima (Novo-RJ), Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), Marcos Pereira (Republicanos-SP), Marcos Pollon (PL-MS), Misael Varella (PSD-MG), Newton Cardoso Jr (MDB-MG), Padovani (PP-PR), Paulo Marinho Jr (PL-MA), Pedro Lupion (Republicanos-PR), Roberto Monteiro Pai (PL-RJ), Sergio Souza (MDB-PR), Sidney Leite (PSD-AM), Silvio Antonio (PL-MA), Tião Medeiros (PP-PR), Yandra Moura (União Brasil-SE) e Zé Trovão (PL-SC). Mais cedo, a PEC já havia sido aprovada na comissão especial da Câmara por 34 votos a 4. Apenas parlamentares do PL e do Novo se posicionaram contra o parecer do relator, deputado Leo Prates (Republicanos-BA). Os deputados também rejeitaram uma proposta apresentada pelo PL que alterava o período de transição para a adoção da escala 5×2, mantendo o texto original aprovado na comissão. O texto modifica o trecho da Constituição que trata dos direitos trabalhistas e estabelece limite de oito horas diárias e 40 horas semanais de trabalho, permitindo compensações por meio de acordos e convenções coletivas. Fonte: Metro1.

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Jonga apresenta declaração de voto favorável à PEC que reduz jornada de trabalho

O deputado federal João Carlos Bacelar (PL), conhecido como Jonga, apresentou ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, uma declaração escrita de voto confirmando apoio à PEC 221/2019, proposta que prevê a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas. O documento foi protocolado nesta quinta-feira (28), após o parlamentar informar que não conseguiu registrar o voto no painel eletrônico durante a sessão deliberativa realizada na quarta-feira (27), devido a instabilidade no aplicativo e dificuldade de acesso à internet. Na declaração encaminhada à Mesa Diretora da Câmara, Jonga afirmou ter seguido a orientação partidária e votado “sim” ao requerimento de encerramento da discussão, à Emenda Aglutinativa nº 1 e também ao texto da Proposta de Emenda à Constituição em segundo turno. A PEC 221/2019 trata da redução da jornada de trabalho e está no centro do debate nacional sobre o fim da escala 6×1. Após aprovação na Câmara dos Deputados, a proposta seguirá agora para análise do Senado Federal. Fonte: Política Livre.

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ALBA aprova indicação de Adolfo Menezes para vaga no TCM-BA

O plenário da Assembleia Legislativa da Bahia aprovou, nesta terça-feira (26), a indicação do deputado estadual Adolfo Menezes para ocupar uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). Candidato único ao posto, o parlamentar recebeu 51 votos favoráveis entre os 53 deputados que participaram da votação. A indicação contou ainda com um voto contrário e uma abstenção. Outros três parlamentares — Neusa Cadore, Felipe Duarte e Jusmari Oliveira — registraram voto simbólico, sem contabilização no resultado oficial. Apesar da aprovação em plenário, o nome de Adolfo Menezes só será encaminhado oficialmente ao governador Jerônimo Rodrigues em agosto, após a aposentadoria do conselheiro Francisco Netto. O adiamento segue parecer da Procuradoria Jurídica da Alba, que apontou a necessidade de vacância formal do cargo para conclusão do processo. Durante o discurso após a votação, Adolfo Menezes agradeceu o apoio dos parlamentares e destacou a relação construída ao longo da trajetória política. “Tenho a certeza de que plantei, mas nada se colhe se a terra não for fértil. E a minha terra fértil é a generosidade de vocês”, declarou. A previsão inicial era de que a votação ocorresse no último dia 19 de maio, mas a apreciação acabou sendo adiada pela Casa Legislativa. Fonte: Tribuna da Bahia.

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