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Política

PDT deve indicar nome para secretaria de Jerônimo

A possível ampliação do espaço do PDT no governo da Bahia deve ser definida nos próximos dias. De acordo com o secretário de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola, o partido deve indicar um nome para assumir uma secretaria na gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT), embora a pasta ainda não tenha sido escolhida. A sinalização foi feita durante entrevista à rádio Baiana FM. Segundo Loyola, a definição deve ocorrer após uma reunião entre o governador e o presidente estadual da legenda, o deputado federal Félix Mendonça Júnior. “É bem possível que o PDT indique uma secretaria que o governador ainda não decidiu. Desde quando eles vieram para o partido no ano passado, o deputado Félix Mendonça, que é presidente do partido, nunca impôs uma secretaria, mas o governador falou que todos os partidos têm e o PDT também vai fazer parte. Semana que vem o governador deve sentar com ele para definir”, disse Loyola. O PDT voltou oficialmente à base governista em abril de 2025, quando o diretório estadual orientou a entrega dos cargos ocupados por filiados na Prefeitura de Salvador, consolidando a reaproximação com o PT no estado. Durante a entrevista, Loyola também comentou os desdobramentos das investigações envolvendo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), após denúncias da ex-diretora do Conjunto Penal de Eunápolis, Joneuma Silva Neres. Ela apontou a existência de um suposto esquema de corrupção na unidade, com participação de integrantes de uma organização criminosa e do ex-deputado federal Uldurico Júnior (MDB). “Se tiver que cortar, corta. É bom se dizer que Seap apoiou essa investigação do Ministério Público doa a quem doer. Uldurico fez os males que fez, está pagando, é um problema da Justiça agora. A Seap afastou quem tinha que ser afastado, com o secretário José Castro junto com o Ministério Público. Agora isso é uma questão de Justiça, não vamos fazer juízo de valor, vamos esperar a operação da Justiça. Nós não coadunamos dessas atitudes irresponsáveis que o ex-deputado fez”, afirmou. Em delação ao Ministério Público da Bahia, a ex-diretora relatou que o grupo teria atuado na captação de votos entre presos provisórios, familiares e contatos externos, com pagamento de R$ 100 por voto, intermediado por membros da facção. Uldurico Júnior é apontado como uma das lideranças do esquema. Segundo ela, sua nomeação para o cargo teria sido articulada com o objetivo de atender interesses dentro do presídio. Ainda conforme a investigação, após a derrota nas eleições municipais de 2024 em Teixeira de Freitas, o ex-parlamentar teria pressionado por recursos, o que teria resultado em um acordo de R$ 2 milhões com a organização criminosa para facilitar a fuga de 16 detentos. Uldurico Júnior foi preso na última quinta (16), em Praia do Forte, no litoral norte da Bahia. Fonte: Tribuna da Bahia.

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Força Política: Lero Cunha reúne grandes lideranças e consolida protagonismo no sudoeste baiano

O líder político regional e ex-prefeito de Firmino Alves, Lero Cunha, demonstrou mais uma vez sua força e articulação ao reunir importantes nomes da política baiana em um encontro realizado em sua fazenda, marcado por um prestigiado café da manhã. Entre os destaques, esteve o pré-candidato a deputado Daniel Alencar (PSD), filho do senador Otto Alencar, além do deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), reforçando alianças estratégicas para as eleições de 2026. O evento contou ainda com a presença de importantes gestores municipais, como o prefeito Professor Maurício, de Santa Cruz da Vitória, e o prefeito Salomão, de Ibicuí. Também marcou presença o ex-prefeito de Iguaí, Rony Moutinho, além de diversas lideranças e autoridades regionais. O encontro reforça o nome de Lero Cunha como uma das principais referências políticas do sudoeste baiano, com forte capacidade de articulação e liderança. Recentemente, Lero Cunha foi homenageado em Itapetinga com o Troféu Imprensa AZNEWS, sendo reconhecido como Destaque Político Regional 2025, consolidando ainda mais seu prestígio e influência na região.

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Caiado critica gestão de Bolsonaro e diz que desempenho ruim facilitou volta do PT

(PSD), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não declarou competência como gestor durante seu mandato à frente do Executivo federal, entre 2019 e 2022. Em entrevista ao Estadão, Caiado foi questionado sobre Flávio Bolsonaro, também pré-candidato ao Planalto, e preferiu não fazer críticas diretas, destacando: “a sociedade que vai analisar quem está mais preparado”. Ao ser indagado se Jair Bolsonaro não sabia governar, Caiado respondeu: “Ora, se perdeu a eleição… Veja bem, se você está no mandato, perde a eleição no mandato e não faz o seu sucessor, é lógico que você não pode se credenciar como bom gestor naquele momento”. O pré-candidato acrescentou que, se a gestão de Bolsonaro tivesse sido positiva, o PT não teria retornado ao poder. “Se fosse uma boa gestão, o PT não seria mais uma opção no Brasil”, afirmou. Concorrência à Presidência Caiado evitou atacar Flávio Bolsonaro, reforçando que “não fulaniza o debate” e que cabe ao eleitor avaliar os candidatos. Ao ser pressionado sobre quais qualidades faltariam a Flávio para ocupar a Presidência, reafirmou: “Quem decide é o eleitor”. O goiano também rejeitou a ideia de que sua candidatura seja apenas mais uma voz crítica ao presidente Lula, como sugerido pela campanha de Flávio. “Eu não vou ficar polarizando. Eu vou mostrar o meu potencial. Essa discussão tem que ser elevada, não pode empobrecer o debate”, concluiu. Fonte: Tribuna do Sertão.

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Wagner descarta atacar STF por reeleição

Líder do governo no Senado, o senador Jaques Wagner (PT) afirmou que não pretende aderir a movimentos de confronto com o Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo quando as críticas partirem de integrantes do próprio partido ou da base aliada. Conhecido internamente no PT por declarações diretas, o parlamentar disse que não acompanhará o que classificou como uma “sanha” de ataques à Corte. Apesar da posição, Wagner reconhece divergências em relação a decisões do STF. Em 2023, por exemplo, votou favoravelmente a uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que limitava decisões individuais de ministros. Ainda assim, ressalta que evita agir por pressão política. “Eu sou um cara de jogo de cintura, mas não chego ao teatro rebolado”, afirmou o senador. “Se para voltar aqui eu tiver que voltar fantasiado, prefiro não voltar. Se for para ser conduzido, é melhor mudar de ramo”, completou o ex-governador da Bahia e ex-ministro nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Wagner destacou que, embora discorde de decisões da Corte, reconhece a autonomia dos ministros. “Tem muita coisa feita pelo STF que eu não sou obrigado a concordar. Mas eles têm o poder deles. E o timing político é uma coisa nossa. A esfera dos 11 [ministros do STF] é diferente. Estão em outra bolha”, observou. O debate voltou ao centro das atenções após manifestação do ministro Flávio Dino, que criticou propostas relacionadas ao código de ética defendido pelo presidente da Corte, Edson Fachin. Sem citar nomes, Dino afirmou que “mudanças superficiais, assentadas em slogans fáceis, ou de caráter puramente retaliatório, não fortalecem o Brasil”, em meio a divergências internas. No Senado, Wagner também comentou episódios recentes envolvendo a relação entre parlamentares e o Judiciário. Ele criticou o relatório do senador Alessandro Vieira na CPI do Crime Organizado, que pediu o indiciamento de ministros do STF, mas discordou da reação do decano da Corte, Gilmar Mendes. Mesmo com o relatório rejeitado, Mendes solicitou ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, a abertura de investigação contra o senador por suposto abuso de autoridade. “Se você me perguntar se politicamente é bom, eu digo: ‘não’. O cara [Vieira] acaba virando vítima. Mas eu não comando a caneta nem do Gilmar nem do Alexandre”, destacou Wagner, citando também Alexandre de Moraes. Ele mencionou ainda a decisão de Moraes de determinar investigação contra o senador Flávio Bolsonaro, após declarações associando Lula a crimes internacionais. “Seguramente, não foi Lula que pediu isso”, garantiu. No campo político, Wagner tem atuado como articulador da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF. A indicação enfrentou resistência inicial do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, mas, segundo o senador petista, o cenário melhorou após conversas com lideranças, incluindo Rodrigo Pacheco. “Eu mesmo falei: ‘Davi, abra o seu coração’”. Wagner evitou prever o desempenho de Messias na sabatina marcada para o próximo dia 28. Para ele, o resultado imediato da votação tem peso limitado. “Essa notícia de que ele foi mais votado ou menos votado vai durar 24 horas. Quando sentar lá na cadeira, será um ministro do TF”, argumentou. Fonte: Tribuna da Bahia.

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Ex-presidente do Bahia vai concorrer na eleição como suplente de senador

O deputado federal suplente Marcelo Nilo (Republicanos) indicou o nome do ex-presidente do Esporte Clube Bahia, Marcelo Guimarães Filho (Podemos), para a primeira suplência do senador Angelo Coronel (Republicanos) nas eleições de outubro. A indicação foi confirmada em um vídeo nas redes sociais, nesta última segunda-feira (6). Segundo Nilo, que já tinha confirmado que caberia a ele a sugestão de nome para a chapa, após ser preterido da composição como candidato ao Senado, o poder de escolha é um compensação para o seu ‘sacrifício’. “A Bahia sabe que eu gostaria de ser candidato a senador, mas o prefeito Bruno Reis e ACM Neto me fizeram um apelo para a unidade. Estou indicando Marcelinho Guimarães Filho […] Foi muito correto nesse processo político para que nós viabilizássemos nossa candidatura ao Senado pelo DC”, explicou Marcelo Nilo. Assista ao vídeo O partido de Marcelo Guimarães Filho Inicialmente, filiado ao DC, o ex-presidente do Bahia mudou de partido no fim da janela partidária, encerrada no dia 4 deste mês, para disputar as eleições. Com esvaziamento da sigla na base governista, uma articulação da oposição emplacou o nome dele na agremiação Podemos, sob presidência da deputada federal Renata Abreu (SP). Quem é Marcelo Guimarães Filho? Ex-presidente do Esporte Clube Bahia, deposto após uma ação na Justiça, em caso pioneiro no futebol brasileiro, Marcelo Guimarães Filho preside o Democracia Cristã na Bahia. Pai do vereador Marcelo Guimarães Neto, ‘Marcelinho’, como é conhecido o ex-dirigente, também já ocupou cargos de destaque dentro do mundo político, sendo ex-vereador de Salvador e ex-deputado federal entre 2003 e 2011. Cargos ocupados por Marcelo Guimarães Filho Vereador de Salvador: 2001-2003; Deputado federal: 2003-2011; Presidente do Esporte Clube Bahia: 2008-2013; Suplente pode assumir vaga Ao votar em um candidato ao Senado, o eleitor está automaticamente votando em toda a chapa dele. Cada candidato deve obrigatoriamente apresentar dois suplentes (1º e 2º suplentes). Marcelo Guimarães Filho será 1º suplente de Ângelo Coronel. O suplente pode assumir a vaga do senador caso ele assuma um cargo de ministro, secretário de Estado ou se licencie por saúde/motivos pessoais por mais de 120 dias. Além disso, o suplente também assume a vaga em caso de morte, renúncia ou cassação do mandato do titular. Angelo Coronel tem 67 anos e caso eleito será senador pela Bahia de janeiro 2027 a janeiro de 2035. Atualmente, ele é senador eleito desde 2018. Suplente recebe salário? Apesar de eleito na chapa completa do senador, o suplente não recebe salário se não estiver exercendo o cargo. Fonte: A Tarde.

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Lula e Alcolumbre se reaproximam, e Congresso sinaliza contenção de atritos com governo

Na semana em que se agravou a tensão entre o STF (Supremo Tribunal Federal) e o Legislativo, a relação entre o presidente Lula (PT) e o Congresso teve sinais de melhorias, principalmente com sinalizações do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). O parlamentar e o petista estavam afastados desde a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). Lula enviou a mensagem que formaliza a escolha para o tribunal apenas no último dia 1º, mais de quatro meses após ter anunciado publicamente o nome de Messias, e havia receio de que Alcolumbre segurasse o processo por mais tempo. O presidente do Senado, no entanto, deu início à tramitação e marcou a sabatina para o próximo dia 28. O gesto de Alcolumbre em relação a Messias teve uma contrapartida para a oposição bolsonarista. No mesmo dia em que destravou a sabatina, o senador marcou para 30 de abril uma sessão do Congresso para analisar o veto à redução de penas de condenados no processo da trama golpista —a tendência é de que seja derrubado. A reaproximação entre Lula e Alcolumbre ficou evidente na terça-feira (14), quando o petista e o parlamentar trocaram cochichos no evento de posse do ministro da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães. Em seu discurso na ocasião, o senador exaltou o diálogo, a boa política, a construção de entregas por várias mãos e fez uma série de elogios à ex-ministra Gleisi Hoffmann (PT), até então responsável pela relação do governo com o Congresso —ela deixou a pasta para poder concorrer ao Senado. A presença de Alcolumbre em uma cerimônia eminentemente política do Planalto, assim como seu discurso e os cochichos com Lula, foram lidos por petistas como gestos simbólicos da nova fase na relação entre os políticos. Quem acompanhou a crise entre o presidente da República e o do Senado diz que o problema foi a falta de um diálogo frequente entre eles. Entre o fim do ano passado e os primeiros meses deste ano, eles voltaram a se conversar por telefone. Recentemente, Alcolumbre também voltou a falar, ainda que não com a mesma intensidade que antes, com Jaques Wagner, com quem havia rompido relações publicamente na época da indicação de Messias. Parlamentares a par da articulação do advogado-geral da União para obter ao menos os 41 votos de que precisa na Casa afirmam que o presidente do Senado, embora não integre a campanha pela aprovação do nome, ao menos parou de trabalhar contra. Outro fator que reaproximou o parlamentar do governo foi o alinhamento nos casos do Banco Master e do INSS, explorados por CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito). O Planalto, assim como o senador, tem interesse em estancar a crise no ano eleitoral. Alcolumbre rejeitou a prorrogação das comissões existentes e a instalação de uma nova. Na terça-feira, ele e o governo se aliaram na manobra de troca de senadores na CPI do Crime Organizado que garantiu a derrota do relatório que propunha o indiciamento de ministros do STF. A não aprovação do relatório impediu um desgaste ainda maior entre a Suprema Corte e as cúpulas dos demais Poderes. O relatório mirava os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ainda assim, houve consequências políticas. Grupos de direita no Senado ficaram mais inflamados contra os ministros do Supremo, que são alvo de pedidos de impeachment. Gilmar acionou a PGR (Procuradoria Geral da República) contra o senador Alessandro Vieira (MDB-SE), autor do relatório derrotado. Câmara No caso da Câmara, a aproximação entre Lula e o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), foi consumada no fim do ano passado, quando o petista nomeou Gustavo Feliciano, aliado do deputado, como ministro do Turismo. Desde então, Motta tem tentado administrar as divergências da Câmara com o governo em relação a propostas como o fim da escala 6 x 1 e a regulamentação do trabalho por aplicativos, além do veto à redução de penas para os condenados pelos atos golpistas. As posições dele na Casa já vêm sendo favoráveis ao governo desde o fim do ano passado, quando foram aprovadas propostas importantes para o Planalto, como a isenção do Imposto de Renda. Além disso, Motta satisfez o governo ao barrar CPIs sobre o Master e matérias anti-STF. Ele também conseguiu manter acordo feito com o PT para sua eleição ao comando da Casa, com a vitória de Odair Cunha (PT-MG) para uma vaga no TCU (Tribunal de Contas da União). A direita havia tentado impor uma derrota a Motta articulando apoio a outros nomes. A boa relação do presidente da Câmara com Lula tem componentes eleitorais. O PT da Paraíba vai apoiar a chapa do governador Lucas Ribeiro (PP), composta pelo pai do deputado, Nabor Wanderley (Republicanos), candidato ao Senado. O petista, porém, também se aliará a outros dois candidatos ao Senado no estado: o ex-governador João Azevedo (PSB), que está na chapa de Ribeiro, e o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). Fonte: Política Livre.

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