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Política

PSD lança candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República

O Partido Social Democrático (PSD) oficializou neste domingo (26), em convenção realizada na sede do partido em São Paulo, a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice. “Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o Brasil e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização”, afirmou Caiado no palco do evento, diante de militantes e partidários. O político prometeu, se eleito, implantar um “novo modelo de governo”. “Não é possível que o Brasil vá querer optar por aqueles que são os maiores rejeitados da política nacional. Eleição não é de rejeitados. É de quem traz resultado para a sociedade brasileira. É o que nós demonstramos. Saímos do governo do Estado com 88% de aprovação, mostrando que, quando se tem capacidade para governar, a população reconhece. O que o Brasil precisa é de alguém que tenha coragem de comprar a briga pelo cidadão brasileiro”, disse Caiado. De acordo com a última pesquisa Datafolha, divulgada na sexta-feira (24), Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 48% dos eleitores. Lula, por 46%. A rejeição de Caiado é de 12%. Lula lidera em intenções de voto No discurso, o candidato do PSD afirmou que, se eleito, vai confiscar os bens de homens que cometerem crime contra mulheres e entregá-los às vítimas. “Aquele agressor de mulher, aquele que violenta a mulher ou que pratica um feminicídio. Eu vou confiscar os bens dele e transferir para a mulher.” Caiado vai disputar o Palácio do Planalto pela segunda vez. Nas eleições de 1989, terminou em 10º lugar, com 0,72% dos votos no primeiro turno. Em sua carreira política, foi deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos. Renunciou ao cargo em março para concorrer à Presidência. O ex-governador chegou à convenção com a chapa definida. Em 1º de julho, anunciou Kassab como vice e disse que o presidente do PSD participaria ativamente de um eventual governo. A escolha formou uma chapa “puro-sangue”, composta apenas por integrantes da legenda. O PSD não fechou coligações até o momento. Ex-prefeito de São Paulo, Kassab foi ministro nos governos Dilma Rousseff e Michel Temer e secretário da gestão Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo. Em 2011, fundou o PSD, partido que tem o maior número de prefeitos do país. Apesar da chapa 100% PSD, Caiado enfrenta dificuldades para unificar o partido em estados importantes. Em São Paulo, o partido apoia a reeleição de Tarcísio, que está com Flávio Bolsonaro. Em Minas Gerais, o governador Mateus Simões, do PSD, declarou apoio a Zema (Novo). No Rio de Janeiro e na Bahia, lideranças estaduais da legenda apoiam o presidente Lula. Com isso, a chapa pode ficar sem palanques próprios em alguns dos maiores colégios eleitorais do país. Antes de Caiado, Renan Santos (Missão) e Flávio Bolsonaro (PL) já haviam sido anunciados candidatos à Presidência. Outros pré-candidatos ainda vão realizar suas convenções: Romeu Zema (Novo): segunda-feira (27), em Brasília, sem definir o vice. Lula (PT): 2 de agosto, em São Paulo, com Geraldo Alckmin de vice. A convenção é o ato em que o partido oficializa seus candidatos nas eleições. O prazo para isso vai até 5 de agosto. Depois, as candidaturas devem ser registradas na Justiça Eleitoral até 15 de agosto. A campanha começa oficialmente no dia seguinte. Caiado venceu disputa interna do PSD Caiado lançou sua pré-candidatura à Presidência em abril de 2025, quando ainda estava no União Brasil. A formação da federação entre o partido e o Progressistas (PP), porém, ampliou a resistência ao projeto presidencial dentro do próprio grupo e levou o então governador a procurar outra legenda. Em janeiro de 2026, Caiado anunciou a saída do União Brasil e a filiação ao PSD, que já tinha outros dois governadores interessados na candidatura: Ratinho Junior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul. Ratinho desistiu para concluir o mandato, e Caiado venceu a disputa interna com Leite. Foi escolhido pela direção do partido em 30 de março e, no dia seguinte, deixou o governo de Goiás e entregou o cargo ao então vice, Daniel Vilela, do MDB. Na pesquisa Quaest divulgada em julho, Caiado aparece em terceiro lugar, com 4% das intenções de voto no primeiro turno, atrás de Lula, com 40%, e Flávio Bolsonaro, com 28%. 37 anos depois, uma nova eleição presidencial Ronaldo Caiado tem 76 anos, é médico ortopedista e produtor rural. Natural de Anápolis, em Goiás, iniciou sua atuação política como um dos fundadores da União Democrática Ruralista (UDR), entidade criada para representar proprietários rurais durante as discussões sobre a reforma agrária. Presidiu a organização entre 1986 e 1989. Fonte: G1.

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PDT oficializa candidatos a deputado e aliança com Jerônimo Rodrigues

O PDT da Bahia promoveu nesta terça-feira (21), no Classic Bahia Hotel, na Pituba, a convenção estadual do partido. A sigla confirmou 50 nomes para deputado estadual e 40 a federal, além de definir os números dos candidatos e oficializar a coligação com o grupo político do governador Jerônimo Rodrigues (PT). A convenção foi presidida pelo presidente do partido na Bahia, deputado federal Félix Mendonça Júnior, além do comandante da sigla em Salvador, o ex-prefeito de Euclides da Cunha Luciano Pinheiro. Os dois foram confirmados como candidatos à reeleição e a deputado estadual, respectivamente. Além disso, o evento contou com as presenças dos deputados estaduais do partido, Marcinho Oliveira e Pancadinha, e de convidados, a exemplo do vice-governador Geraldo Júnior (MDB), que representou o governador, e do presidente do PT no Estado, Tássio Brito. Também estiveram presentes prefeitos, representantes de movimentos do PDT, vereadores e todos os candidatos da sigla. Félix afirmou que os planos do PDT são de eleger até sete deputados estaduais e dois federais. “Essa é a nossa busca. A chapa para estadual está muito boa. Vamos eleger com o menor número de votos, 40 mil, e emplacar ao menos a quarta maior bancada na Assembleia Legislativa. E fazer uma bancada muito bonita, porque é o partido da educação e do trabalhismo”. Ele também apostou na vitória de Jerônimo Rodrigues à reeleição.  “Essa eleição me parece até mais fácil que a última. Claro que não existe eleição ganha. Tem de ser trabalhada como se estivesse perdendo por um. Se botar sapato alto, termina perdendo”, frisou. Fonte: Política Livre.

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Jaques Wagner anuncia Edvaldo Brito como 1º suplente na chapa ao Senado

O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou oficialmente a indicação do professor, advogado e ex-prefeito de Salvador, Edvaldo Brito (PSD), como seu 1º suplente na disputa pela reeleição ao Senado Federal. A confirmação, que contou também com a presença do governador Jerônimo Rodrigues e do senador Otto Alencar, ocorreu, nesta terça-feira (21), na sede do PSD-BA e consolida a aliança entre PT e PSD na Bahia. Sobre a escolha, Wagner destacou a trajetória do aliado, a quem ele considera “uma reserva intelectual, moral e de comportamento na política. O nome dele traz densidade, ajuda na disputa em Salvador e incorpora muito pelo que representa para o povo preto da capital. Vale lembrar também sua postura corajosa como vice-prefeito no passado, fundamental para viabilizar o projeto do metrô.” Com vasta experiência pública, Edvaldo Brito reforça o palanque governista com foco de atuação na capital baiana. Colocando sua bagagem jurídica e política à disposição do grupo, o ex-prefeito enfatizou a parceria de longa data e o compromisso com o projeto: “As nossas vidas têm muita transversalidade desde quando Wagner foi governador do Estado e destravou o projeto do metrô. Estamos acostumados a conviver e eu quero somar. O PSD vai para essa chapa disposto a colaborar. Vamos trabalhar fortemente, especialmente por Salvador”, destacou Brito. O governador Jerônimo Rodrigues observou que a escolha de Edvaldo Brito coroa a história do PSD no projeto de desenvolvimento do estado e no avanço de políticas públicas e econômicas. Para Otto, “o PSD nunca esteve tão unido e decidido para reafirmar o compromisso com o projeto e a fidelidade ao presidente Lula, ao governador Jerônimo e ao senador Wagner”. *Edvaldo Brito* Advogado, professor emérito da UFBA e da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Edvaldo Brito é natural de Muritiba e foi prefeito, vice-prefeito e vereador de Salvador. Edvaldo acumula experiências, ainda, como Secretário de Assuntos Estratégicos da Bahia no governo Jaques Wagner e como Secretário de Justiça, Educação e Cultura da Bahia. Fonte: Política Livre.

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Oposição da Bahia dá largada para campanha em convenção nesta quarta

O pré-candidato da oposição, ACM Neto (União Brasil), oficializou a candidatura ao Governo da Bahia nesta úlitma quarta-feira (22), em uma convenção partidária sediada no Centro de Convenções de Salvador. O evento reuniu nomes importantes das siglas que integram a aliança. Vale lembrar que esta é a segunda tentativa do ex-prefeito da capital baiana ao cargo. Em 2022, ele obteve mais de 4 milhões de votos, mas acabou derrotado pelo atual governador Jerônimo Rodrigues (PT), no segundo turno. Na ocasião, o ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), também foi apresentado como integrante da chapa, para concorrer ao cargo de vice-governador. Houve ainda a homologação das candidaturas de Ângelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL) para o Senado. Convenções começaram segunda e são obrigatórias As convenções, iniciadas na última segunda-feira (20), em todo o Brasil, são obrigatórias para os candidatos que vão disputar as eleições em outubro. A legislação eleitoral prevê que os encontros devem ocorrer até o dia 5 de agosto. Passado esse período, as siglas terão até 15 de agosto para formalizar os pedidos de registro junto à Justiça Eleitoral. Na Bahia, além de ACM Neto, outros candidatos já confirmaram as datas: Ronaldo Masnur (PSOL): 24 de julho; Aroldo Félix (UP): 25 de julho e Jerônimo Rodrigues (PT): 1º de agosto. Fonte: A Tarde.

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ACM Neto reafirma apoio a Ronaldo Caiado na disputa presidencial

O pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), afirmou que seu apoio na eleição presidencial de 2026 será ao ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD). Durante evento realizado em Feira de Santana, no sábado (18), o ex-prefeito de Salvador disse que sua posição é motivada pela relação de amizade e parceria política construída ao longo dos anos, embora tenha ressaltado que respeita aliados, como José Ronaldo, Angelo Coronel e João Roma, que apoiam a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). A informação é do G1. Apesar da declaração pública, a assessoria de ACM Neto informou que o apoio ainda não foi formalizado oficialmente e não há previsão para esse anúncio. A aproximação entre Neto e Caiado é antiga e ganhou força quando o ex-governador lançou sua pré-candidatura à Presidência, em abril de 2024, em Salvador, à época ainda filiado ao União Brasil, partido do qual Neto é vice-presidente nacional. Na corrida pelo governo da Bahia, ACM Neto também recebeu apoio do pré-candidato à Presidência Romeu Zema (Novo), que, durante visita a Salvador neste mês, declarou apoio ao ex-prefeito na disputa estadual. A convenção que oficializará a candidatura de ACM Neto ao governo baiano está marcada para a próxima quarta-feira (22), em Salvador. Fonte: Política Livre.

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PDT deve confirmar apoio a Lula em convenção do partido nesta segunda-feira (20/7)

O PDT marcou para esta segunda-feira (20/7), em Brasília, a convenção do partido para consolidar a posição nas eleições de outubro. A expectativa é que seja confirmado apoio à chapa nacional que será lançada à reeleição, formada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e pelo vice Geraldo Alckmin (PSB). A presença de Lula no evento, inclusive, é esperada. O partido, comandado por Carlos Lupi, se aproxima das eleições gerais de 2026 com uma estratégia diferente dos últimos pleitos. Em 2018 e 2022, o PDT lançou candidatura própria com Ciro Gomes, que nos últimos meses migrou para o PSDB em um projeto ao governo do Ceará e em aliança com o PL. Apesar da mudança de Ciro, o PDT, como partido, tem um histórico de apoio ao PT. Em 2006, apoiou a primeira tentativa de reeleição de Lula e, em 2010 e 2014, firmou aliança com a ex-presidente Dilma Rousseff. Também em 2022, a legenda apoiou Lula no segundo turno após o quarto lugar conquistado por Ciro. Carlos Lupi se licenciou do comando do partido para ser ministro da Previdência Social em janeiro de 2023, quando Lula assumiu seu terceiro mandato à frente do Palácio do Planalto. O então ministro, no entanto, se viu em uma crise com a revelação do esquema de fraude em descontos associativos ilegais em benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Lupi não era investigado no escândalo, mas se viu pressionado após notícias de que recebeu alertas internos sobre a fraude. Com isso, pediu demissão em maio de 2025 e retornou ao comando do PDT. Fonte: O Tempo.

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