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Política

Tebet diz que ‘cansaço’ com Lula deve ficar para depois da eleição e nega ser vice de Haddad

Ex-ministra do Planejamento de Lula, Simone Tebet, 56, desembarcou de mala e cuia em São Paulo para se lançar candidata ao Senado. Natural do Mato Grosso do Sul, onde desenvolveu carreira política, ela afirma que não se sente uma forasteira, lembrando que SP é uma terra de imigrantes que acolhe brasileiros de todos os lugares. Afirma que, como candidata em São Paulo, terá o papel de mostrar que Lula, se reeleito, seguirá governando com uma frente ampla de forças políticas —tanto é que a convidou para ser candidata, mesmo sabendo que ela pensa diferente dele e do PT. Tebet se diz mais liberal e fiscalista que Lula e Fernando Haddad, que será candidato ao governo de SP pela mesma chapa, afirma que o MST já foi irresponsável, mas hoje mostra maturidade, diz que Flávio Bolsonaro, o principal adversário do PT na corrida presidencial, só tem a anistia do próprio pai para apresentar como proposta ao país, e afirma que Lula, apesar de visto como um líder de esquerda, é de centro e tem políticas de direita para o agronegócio e o latifúndio. Diz ainda que um suposto ‘cansaço’ do eleitorado com o presidente deve ser deixado para depois das eleições, já que hoje ele é o líder mais forte para “derrotar a extrema direita no país”. A senhora está desembarcando como candidata em São Paulo. Afinal, a que cargo vai concorrer? Vai ser candidata a vice na chapa de Fernando Haddad? Vai ser senadora? Sou pré-candidata ao Senado Federal. O convite que me foi feito para ingressar no PSB e ser pré-candidata em São Paulo foi para um único cargo. Não há nenhuma possibilidade de disputar qualquer outro cargo, pelo menos na eleição de 2026. Há notícias de que o PT está testando o seu nome para ser vice de Haddad, e estão também colocados, para o Senado, os nomes de Marina Silva e do ex-governador Márcio França. A chance de a senhora ser vice é mesmo zero? Zero chance de ser vice. Eu primeiro preciso entender qual é o meu papel. Nós estamos falando do maior colégio eleitoral do Brasil e da economia que dita a velocidade com que o país cresce, se a 80 km/hora ou a 120/km por hora. São Paulo é estratégico eleitoralmente também. Numa disputa tão acirrada como a que se avizinha, é importante o governo e a campanha do presidente Lula mostrarem que este foi, e será, um governo centro, de frente ampla. Eu quero dialogar com os eleitores indecisos. Com quem pensa diferente. Eu venho [disputar o Senado por São Paulo] como alguém que pensa diferente e que visa ampliar horizontes. Que vai dizer com o que concorda e com o que discorda em relação à própria candidatura do PT. E em que a senhora pensa tão diferente, depois de quatro anos integrando o governo de Lula? Aquilo que me assemelha ao que pensa o presidente Lula é infinitamente maior do que aquilo que me separa: a defesa da democracia, da soberania, dos valores, dos avanços em políticas públicas e dos direitos humanos. Agora, obviamente eu sou mais fiscalista e mais liberal na economia. Mais do que o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad? Eu acredito que sim. Eu me dei muito bem com ele porque Haddad tem a visão do mundo real, sabe a diferença entre o que gostaríamos que fosse e o que é possível fazer, ainda mais depois de quatro anos [de governo de Jair Bolsonaro] em que nós tivemos desarranjos políticos e econômicos de toda ordem. Ele tem o senso de realidade do Brasil tão diverso, tão desigual, em que você faz o ajuste daquilo que é possível. O PT já conseguiu eleger senadores em SP, mas é sempre derrotado para o governo de Estado. Como vê esse cenário? Quando o presidente Lula conversou comigo [sobre a possibilidade de disputar o Senado por SP], ele disse: “Você teve uma votação surpreendente [como candidata a presidente em 2022] em São Paulo. Você dialoga com o público feminino, com o público do interior, do agro”. E o Estado de fato acolheu as minhas ideias. Um terço dos meus votos [para presidente] vieram daqui. O Edinho [Silva, presidente do PT], baseado em pesquisas, me disse: “O seu é o perfil que o eleitorado de SP tem buscado, do equilíbrio, da moderação, de alguém que represente o novo, mas com responsabilidade”. Conversei na mesma época com a [deputada federal] Tabata [Amaral, do PSB], que me convidou para entrar no partido, com o vice-presidente Geraldo Alckmin [da mesma legenda]. Ele me disse “Simone, não tem a menor possibilidade de eu ser candidato [ao Senado ou ao governo]. Pode vir [para SP] com tranquilidade. E, afinal, qual será a chapa aqui em São Paulo? Quem será vice de Fernando Haddad, quem serão os dois candidatos ao Senado? Já que um homem, Haddad, será candidato ao governo, eu particularmente gostaria que uma mulher fosse vice, para dialogar com o eleitorado feminino. Eu sou candidata em uma das vagas ao Senado. A escolha para a outra vaga [de senador] envolve conversas com o PT, com a Rede, com o PSB. Ambos [Marina Silva e Márcio França] estão absolutamente credenciados para qualquer cargo. Ambos são experimentados, têm história. Marina já foi senadora, Márcio já foi governador. Só o tempo vai dizer [a que cargo cada um deles cai vai concorrer]. Quem arriscar [cravar] um nome agora estará jogando na loteria. A escolha depende ainda de pesquisa, de conversa. Haddad disse diversas vezes que não queria ser candidato ao governo de SP. Como agora vocês vão convencer o eleitor a votar nele? Ele, como eu, é professor. Ele tinha um sentimento que eu já tive também, aquela sensação de dever cumprido [na política]. “Já cumpri a minha missão, vou voltar para a paixão da minha vida que é a sala de aula.” Só que o professor é um ser essencialmente político. Para ser bom, ele tem que ser um abnegado. Tem que saber se doar, não pode ser egoísta.

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Rui Costa reage à declaração de Angelo Coronel sobre voto em 2022: “Perplexo”

O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT), afirmou ter ficado “perplexo” após o senador Angelo Coronel (Republicanos) admitir, em entrevista a um podcast, que votou no ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições de 2022, contrariando a orientação do PSD, seu partido à época, que apoiava Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista à Rádio Metrópole, na manhã desta segunda-feira (27), Rui Costa demonstrou indignação com a declaração e sugeriu que o então aliado pode ter agido de forma semelhante em pleitos anteriores. “Eu fiquei perplexo, mas não me causa angústia, me traz indignação. Eu confesso que fico me perguntando, ‘é verdade o que a pessoa tá falando?’ Eu ouvi ele falando que não conseguiu digitar o 13. Quer dizer, na campanha de 2018, o povo não queria votar nele. Foi uma resistência brutal, muito grande. A população chegava nos lugares e não queria votar nele de jeito nenhum. E a gente fazia apelo, pedia. Eu cheguei a pedir, ‘oh, por favor, se vocês estão votando comigo, quem vota comigo, por favor, vote, por favor, vote’”, relatou. Em outro momento, Rui avaliou que a própria fala de Coronel já é suficiente para avaliação dos eleitores. “Ele sabe o esforço que foi para eleger, ele sabe a dificuldade. Em 2018, eu praticamente não pedia mais voto para mim no interior, na última semana, Jaques Wagner não pedia mais voto, ele era só pedindo voto para votar nele, para a gente não perder essa vaga no Senado porque o irmão Irmão Lázaro, que veio a falecer depois, estava bem pontuado, estava na frente dele nas pesquisas, e a gente percebia isso nas ruas”, acrescentou. Em 2018, Angelo Coronel era presidente da Assembleia Legislativa da Bahia e foi lançado como candidato ao Senado pelo PSD, sob articulação do senador Otto Alencar, cacique da legenda. Na ocasião, a então senadora Lídice da Mata (PSB), que disputava a reeleição, acabou ficando fora da chapa majoritária, restando a disputa para deputada federal. Fonte: Política Livre.

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Jerônimo Rodrigues reúne 37 prefeitos em dia de entregas históricas

O que se viu nesta sexta-feira (24) em Brumado foi muito além de uma agenda administrativa. Ao entregar obras de saúde e saneamento, o governador Jerônimo Rodrigues transformou o evento em uma demonstração de prestígio e liderança, contando com a presença de 37 prefeitos da região. A mobilização das lideranças municipais reforça o reconhecimento ao trabalho que o Estado vem desenvolvendo no interior. A presença dos 37 gestores municipais sublinha o “consid” que o governador goza junto às bases. Para os observadores políticos, o comparecimento em massa é um reflexo direto dos investimentos que chegam aos municípios através de parcerias sólidas. A presença dos ex-governadores Jacques Wagner e Rui Costa foi um diferencial com o reconhecimento do excelente trabalho de ambos,  desenvolvido por toda Bahia. No centro das entregas, a nova Unidade Básica de Saúde (UBS) José Clemente Alves Gondim recebeu investimento de 1,8 milhão, fruto de uma parceria estratégica entre o Governo Federal (Novo PAC), o Estado e a Prefeitura local. Além da unidade física, a saúde ganhou reforço com uma nova ambulância e uma van para o Tratamento Fora do Domicílio (TFD). O anúncio mais impactante, porém, veio da área de saneamento: Investimento de R$ 200,1 milhões: Autorizada a licitação para o Sistema de Esgotamento Sanitário de Brumado e da Vila Presidente Vargas. Alcance: A obra prevê 231,6 km de rede coletora, atendendo mais de 18 mil imóveis e beneficiando cerca de 70 mil moradores. O governo também entregou sistemas de abastecimento em Ubiraçaba, Marquinhos e Lagoa Funda, garantindo segurança hídrica com investimentos que somam mais de 5 milhões. Na habitação, foi confirmada a construção de 200 novas casas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, com outras 144 já em estágio avançado de obras. Fonte: Tribuna da Bahia.

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Prefeita Sheila Lemos sanciona lei que altera data-base de atualização salarial dos profissionais da educação para 1º de janeiro

Uma conquista aguardada pelos profissionais da educação de Vitória da Conquista foi oficializada na manhã desta quinta-feira (23). A Prefeitura sancionou a Lei nº 3.142/2026, que altera a data-base para revisão do vencimento do magistério municipal, passando a vigorar em 1º de janeiro de cada ano. A mudança atende a uma demanda histórica da categoria e representa um avanço na política de valorização dos profissionais da educação, ao garantir maior previsibilidade na atualização salarial e segurança jurídica no processo de reajuste. Com a nova legislação, eventuais revisões concedidas após a data-base terão efeitos retroativos a 1º de janeiro do respectivo ano, assegurando que os profissionais não tenham perdas salariais mesmo quando o reajuste ocorrer posteriormente. Outro ponto importante previsto na lei é que a atualização passa a seguir um marco fixo anual, o que facilita o planejamento financeiro tanto dos servidores quanto da própria administração municipal. Durante a sanção, a prefeita Sheila Lemos destacou a importância da medida para a categoria. “Está sendo sancionada, hoje, a lei que altera a data-base do piso do magistério. É uma luta antiga de todos os profissionais da educação, que anunciamos na jornada pedagógica e que agora se concretiza. Agradeço à Câmara de Vereadores pela parceria. Logo, logo o dinheiro estará na conta”, afirmou. O presidente da Câmara Municipal, Ivan Cordeiro, também ressaltou o diálogo com os professores ao longo da construção da proposta. “Essa é uma demanda da classe dos professores. Tivemos diversas reuniões na Câmara e, com o projeto encaminhado pela prefeita, garantimos agora esse direito. A partir da sanção, os professores passam a ter assegurada a revisão salarial conforme a nova data-base”, destacou. Segundo o secretário de Educação, Edgard Larry, a antecipação da data-base para 1º de janeiro permite que as negociações ocorram logo no início do exercício financeiro, com base em projeções orçamentárias consolidadas e em condições mais favoráveis para ambas as partes. “Essa alteração é mais uma etapa de valorização dos nossos profissionais da educação pública municipal”, reforçou. A legislação altera dispositivos do Estatuto do Magistério Público Municipal e passa a estabelecer oficialmente o início do ano como referência para a revisão dos vencimentos, substituindo o modelo anterior. A medida entra em vigor na data de sua publicação e deve impactar diretamente a organização financeira dos profissionais da educação, além de reforçar o compromisso da gestão municipal com a valorização do magistério.

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Adolfo Menezes já tem apoio de 59 dos 63 deputados à sua candidatura ao TCM; votação pode ser antecipada

O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), já conseguiu 59 assinaturas de colegas em apoio à sua candidatura para uma vaga de conselheiro no Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia (TCM-BA). Dos 63 parlamentares da Casa, apenas Hilton Coelho (PSOL), Binho Galinha (Avante) – que está preso -, Leandro de Jesus (PL) e Júnior Nascimento (União Brasil) – seu adversário regional em Campo Formoso – não subscreveram o apoio. Adolfo disputa a sucessão do conselheiro Francisco de Souza Andrade Netto, atual presidente do TCM, que deixa o tribunal em agosto em razão da aposentadoria compulsória. De acordo com o regramento legal, a prerrogativa de indicação desta vez cabe à Assembleia Legislativa – que já foi notificada da futura vacância. A tendência é que o nome de Aldolfo Menezes seja oficialmente apresentado na próxima semana e que a votação aconteça no mês de maio, quando a Casa deve votar matérias do Executivo que estão pendentes desde a retomada dos trabalhos em fevereiro. Antes, ele deverá passar por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que emite o parecer para votação em plenário, onde ele precisa do mínimo de 32 votos para ser eleito. Em entrevista, Adolfo afirmou que a eleição pode ser feita antes mesmo da vaga ser aberta. “Isso já tem entendimento em tribunais superiores, STJ e STF, até porque já foi feito quando o ex-governador de Minas [Gerais] Antonio Anastasia era senador, o Senado fez a eleição antes para ele ir para o TCU depois”, apontou, ao citar ainda um caso recente em Goiás. A posse, todavia, só acontece após a saída definitiva do atual conselheiro. Fonte: Política Livre.

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‘Candidato competitivo’, diz Muniz sobre Ciro Gomes

Em conversa com jornalistas após a sessão ordinária da Câmara Municipal de Salvador (CMS) na quarta-feira (22), o presidente da Casa, vereador Carlos Muniz (PSDB), falou sobre as recentes articulações nacionais de sua legenda na capital do Brasil. Na ocasião, o tucano disse que o presidente nacional da sigla, Aécio Neves, formalizou um convite para que Ciro Gomes ingresse no PSDB com a possibilidade de disputar a Presidência da República em 2026. “Ciro Gomes é um bom nome, uma pessoa que conhece muito a economia do país. Já governou o Ceará e foi ministro até do governo Lula. O próprio presidente Lula já disse em entrevistas que Ciro foi muito competente por onde passou, embora o considere um pouco destemperado”, declarou. De acordo com o chefe do Legislativo soteropolitano, o convite é natural dentro da estratégia de fortalecimento da sigla para as eleições do dia 4 de outubro. Inicialmente, as conversas com Ciro estavam concentradas em uma candidatura ao governo do Ceará, mas o cenário evoluiu para a esfera federal. “É um convite, não vejo nada de mais. Vejo que, se for candidato, é um nome que pode ser competitivo”, acrescentou. Nos bastidores da política baiana e nacional, comenta-se que a aproximação entre o PSDB e Ciro Gomes sinaliza uma tentativa da legenda em construir uma alternativa de centro, aproveitando o capital político do ex-governador cearense para atrair setores do eleitorado insatisfeitos com a polarização atual. Fonte:  Política Livre.

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