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Política

Palácio do Planalto | Lula dá declaração considerada machista sobre Gleisi e causa constrangimento em cerimônia

O presidente da República Brasileira Luiz Inácio Lula da Silva fez uma declaração considerada machista que causou constrangimento durante a cerimônia de lançamento de crédito para trabalhadores do setor privado. Ao defender um bom relacionamento com o Congresso, Lula explicou, conforme reportagem do Jornal Nacional da quarta-feira (12): “É muito importante trazer aqui o presidente da Câmara e o presidente do Senado. Porque uma coisa, companheiros, que eu quero mudar, estabelecer a relação com vocês. Por isso, eu coloquei essa mulher bonita para ser a ministra de Relações Institucionais. É que eu não quero ter distância entre vocês”. 

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Rombo nos Correios, Pé-de-Meia, interferência da USaid nas eleições; Saiba quais são as CPIs que a oposição tenta instalar

Apesar de o ritmo dos trabalhos na Câmara dos Deputados e no Senado ainda estar devagar neste início de atividades do Legislativo, com promessa de só deslanchar depois do Carnaval, parlamentares de oposição atuam nos bastidores para tentar criar diversas comissões parlamentares de inquérito a partir do mês de março. As CPIs que estão sendo articuladas pela oposição têm o potencial de criar embaraços para o governo Lula neste 2025 que antecede o ano eleitoral. Na Câmara, deputados do PL tentam reunir as 171 assinaturas necessárias para a criação da uma CPI com o objetivo de apurar uma suposta interferência da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USaid) nas eleições brasileiras de 2022. A iniciativa é dos deputados Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Gustavo Gayer (PL-GO). O requerimento para a abertura da comissão de inquérito fala em apurar a suposta interferência da USaid em processos eleitorais através de estratégias que envolveriam “censura, regulação das redes sociais e promoção de debates políticos direcionados e atuação na construção de narrativas midiáticas que favorecem agendas políticas específicas, não necessariamente alinhadas aos interesses do povo brasileiro”. A iniciativa dos parlamentares de oposição foi tomada após uma entrevista concedida por Mike Benz, ex-chefe do setor de informática do Departamento de Estado dos Estados Unidos durante o primeiro governo Trump, que disse que se a agência não existisse, “Bolsonaro ainda seria presidente do Brasil”. A USaid faz parte da estrutura burocrática do Departamento de Estado do governo americano, e na semana passada, o presidente Donald Trump paralisou as atividades do órgão e determinou a suspensão dos pagamentos feitos pela agência pelo período de 90 dias.  “Estamos coletando assinaturas com o deputado Gustavo Gayer para esta importante CPI que pode expor ainda mais o esquema de censura e violações de liberdades durante e após a eleição de 2022”, disse o deputado Eduardo Bolsonaro em suas redes sociais. Os deputados de oposição afirmam que o Congresso precisa investigar o financiamento estrangeiro a instituições brasileiras que teriam recebido dinheiro da Usaid a partir de 2018 para “minar o governo Bolsonaro”. Os deputados de oposição dizem que esse financiamento seria direcionado à criação de “leis de censura” e perseguição a influenciadores e parlamentares de direita.  Outra CPI que está novamente no alvo da oposição já conseguiu adquirir as 171 assinaturas necessárias para sua instalação, mas está há meses aguardando uma decisão do presidente da Câmara. Trata-se da CPI do Abuso de Autoridade, que teve o pedido protocolado pelo deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), um dos principais nomes da oposição na Câmara.  A CPI tem como foco investigar supostas acusações de abusos de autoridade cometidos por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Van Hattem afirma que tem sido comum nos últimos anos decisões de ministros do TSE e do STF que, segundo ele, extrapolam suas competências e interferem em prerrogativas do Legislativo e do Executivo. “Esse abuso de autoridade precisa de um basta e é para isso que estamos propondo a CPI”, disse o deputado. Desde novembro de 2023 esta CPI aguarda decisão do presidente da Câmara para sua instalação. Uma comissão parlamentar de inquérito só pode ser instalada após a conferência das assinaturas e a leitura pela Presidência em Plenário.  Após essa iniciativa que é de decisão exclusiva do presidente, é então aberto prazo para que os líderes partidários indiquem os membros que vão compor o colegiado. Depois da indicação dos membros, o presidente da Câmara marca uma data para a instalação da CPI e eleição do presidente e do vice. Os deputados de oposição vinham tentando reunir assinaturas para uma outra CPI, mas que acabou perdendo força nesta semana. Por iniciativa do deputado Coronel Chrisóstomo (PL-RO), a oposição tinha a intenção de tentar criar a CPI do Pé-de-Meia, para investigar as irregularidades no financiamento do programa que levaram o Tribunal de Contas da União (TCU) a bloquear R$ 6 bilhões destinados a atender estudantes da rede pública de ensino e famílias inscritas no CadÚnico.   A ideia da CPI pode ser adiada pela oposição, por conta da decisão tomada na última quarta-feira (12) pelo TCU, de derrubar a decisão liminar que bloqueou o orçamento do programa. Por unanimidade, os ministros do Tribunal entenderam que, apesar da falta de previsão orçamentária, o programa, uma das principais bandeiras deste terceiro mandato do presidente Lula (PT), é importante para estudantes brasileiros.   O TCU ainda atendeu o pedido da Advocacia-Geral da União (AGU) para que o governo elabore em 120 dias e encaminhar ao Congresso Nacional um projeto de lei visando à abertura de crédito suplementar para garantir os recursos ao programa. Os ministros exigem que esse novo expediente legal respeite o que impõe o projeto de lei orçamentária em relação ao financiamento do programa Pé-de-Meia.   Além de vir tentando coletar assinaturas para uma CPI sobre o programa, a oposição também apresentou um requerimento de impeachment do presidente Lula por conta das irregularidades no Pé-de-Meia. Para os deputados oposicionistas, o governo Lula cometeu uma “pedalada fiscal” parecida com a que levou a então presidente Dilma a sofrer o impeachment.    No Senado, dois requerimentos para criação de CPIs já conseguiram reunir mais do que as 27 assinaturas necessárias, e aguardam decisão do presidente Davi Alcolumbre (União-AP) para sua instalação. A primeira delas, a CPI dos Correios, é a que causa maior preocupação entre as lideranças do governo.    O pedido para criação da CPI dos Correios foi feito pelo senador Marcio Bittar (União-AC) e conseguiu o apoio de 28 senadores, entre eles do PL, PP e Republicanos. A intenção do senador é a de investigar os prejuízos e a má gestão na estatal durante o governo Lula.    Os Correios, sob o comando do advogado Fabiano Silva dos Santos, tiveram uma sequência de prejuízos que culminaram no maior rombo da estatal em 2024. Foram mais de R$ 3 bilhões em déficit, que levou a direção da empresa a anunciar o fechamento de agências, decisão criticada por associações de funcionários da estatal.   No

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Wesley Safadão nega ida para política após convite para se filiar ao PRTB

Não será desta vez que Wesley Safadão vai fazer a estreia na política. Convidado a se filiar ao PRTB, o forrozeiro revelou não ter interesse em seguir carreira em um cargo público. Ao jornal O Globo, o artista afirmou que “o negócio dele é forró e vaquejada”. O nome de Safadão passou a ser sondado após a popularidade de Gusttavo Lima na política. De acordo com a publicação, o forrozeiro era cobiçado pela sigla de Pablo Marçal para uma candidatura no Senado em 2026. “Além de cantor de sucesso, Wesley é um grande empresário, com coração voltado ao social. Ele quer deixar um legado para as próximas gerações”, afirmou Leonardo Avalanche, presidente nacional do PRTB, em entrevista ao GLOBO na quinta. Do outro lado, Gusttavo Lima se empolgou com os números das pesquisas que indicam uma preferência pelo sertanejo na política. Na última quinta (13), o cantor se encontrou com o empresário e candidato derrotado a prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal, e revelou que a dupla fará um anúncio, em breve, “que vai abalar as estruturas da política nacional”. “Passamos a tarde juntos nessa semana em Miami. Chegamos a uma conclusão: Podemos ir embora do Brasil e viver uma vida maravilhosa com a família, mas o coração dói em pensar que pode ser a chance dos brasileiros de mudar de vida para sempre. Podemos, mas não queremos ir. Existe um amor pelo povo e pelo chamado do brasileiro”, escreveu Marçal.

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ENTREVISTA | “Se deixar a polícia da Bahia trabalhar, eles sabem os procedimentos”, diz Caiado sobre segurança no estado

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), comentou a situação da segurança pública na Bahia após ter dado declarações de que resolveria em seis meses o problema no estado.   “Eu apenas respondi a uma colocação que foi feita. Tenho respeito a todos os meus colegas, mas quando foi feito o comparativo e que incluiu Goiás eu realmente disse, olha, aqui não. Aqui realmente não tem espaço para o crime. O que acontece é que todos nós sabemos a proliferação do narcotráfico das facções, hoje o avanço delas, e que saíram apenas daquela posição que era a venda de drogas e o comando, às vezes, de algumas regiões. Eles hoje passaram a poder avançar na liberdade dos cidadãos, ou seja, as pessoas têm uma vida controlada pelo crime, dos bairros, dos territórios de vários estados brasileiros”, disse aos apresentadores Mauricio Leiro e Rebeca Menezes.   Caiado foi questionado sobre quais ações adotaria para avançar na segurança pública na Bahia. Como primeiro passo, ele defende que o governo deve ter controle absoluto de penitenciárias.   “Essas facções cada vez mais organizadas, elas passaram a ocupar o lugar do Estado em muitos estados brasileiros, ou seja, eles impõem muito mais uma rotina deles ao cidadão do que realmente aquilo que o Estado Democrático de Direito garante ao cidadão. Então, diante desse processo, não era diferente no Estado de Goiás. Nós tínhamos uma das regiões mais violentas do Brasil, que é território goiano, chamada Entorno de Brasília, entre as cidades mais violentas do Brasil, estavam ali cinco cidades do estado de Goiás totalmente comandadas pelo narcotráfico e também com presença no estado todo”, disse.   “Esse colapso completo que nós sabemos muito bem quando o crime toma conta. Um dos fatores determinantes foi realmente o fato de eu, ao chegar, eu impus uma fé capaz de poder dar um basta a tudo isso. onde eu assumi ali o compromisso no meu primeiro dia de governo de dizer que ou o bandido muda de profissão ou muda de Goiás. Isso foi a minha primeira determinação. E como chegar lá? Chegar lá é exatamente fazendo um controle sobre os presídios. Não existe segurança pública sem um controle total dos presídios. O controle total dos presídios em Goiás, faccionado e estuprador, não tem direito à visita íntima”, acrescentou.   Ainda conforme o governador, o controle dos espaços deve ser aliado a tecnologia, informação e batalhões especializados na gestão dos presídios.   “Ou seja, nós temos aqui o total controle do território do Estado de Goiás. 100% sobre o comando das forças de segurança do Estado de Goiás. Ou seja, o cidadão aqui vive livre, independente. Ou seja, aqui o Estado de Goiás governa o Estado na sua totalidade. Não tem aqui território comandado por faccionado. É o que eu falo. O faccionado em Goiás não comanda nenhum palmo de terra”, disse.   Ronaldo Caiado também voltou a criticar o governo federal por atos ligados à segurança pública, em especial três portarias assinadas pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, com o intuito de regulamentar as regras para o uso da força por policiais. Como exemplo, o governador mencionou situações que podem ser apresentadas na rotina de policiais em Salvador.   “Todos nós que tivemos acesso a ela, como é que essa portaria que caiu, você vai entrar nos bairros mais violentos de Salvador, hoje, com aquelas portarias, colocando elas em prática. Isso é que eu quero ver, como é que ela vai entrar. Agora, escrever e botar no papel é muito fácil, é muito simples. Mas vai lá no bairro de Salvador, com aquela portaria, e você vai saber, olha, esse cidadão aqui deve ser tratado com arma não letal. Ora, esse cidadão aqui, eu vou primeiro falar para ele ficar mãos ao alto, botar a arma no chão e que ele tem todos os direitos garantidos. Enquanto você recebe, em conta partida faccionados armados com armas que nem a Polícia Militar nossa tem hoje no Brasil. Então, essa é uma realidade. Se nós não entendermos que nós estamos vivendo uma guerra civil não declarada, nós vamos continuar com a expansão da criminalidade na economia, na vida das pessoas e o Brasil cada vez mais se transformando numa Venezuela”, finalizou. | BN

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Em reunião com presidente da UPB, vereadores discutem Via Bahia e Região Metropolitana

O presidente da Câmara de Vereadores, vereador Ivan Cordeiro (PL) – acompanhado da segunda-vice-presidente Cris Rocha (MDB) e dos vereadores Ricardo Babão (PCdoB), Luís Carlos Dudé (UB), Dinho dos Campinhos (Republicanos) e Léia de Quinho (PSD) – se reuniu na manhã desta segunda-feira (6) com o presidente da União dos Prefeitos da Bahia/UPB, José Henrique Silva Tigre, o popular Quinho Tigre, ex-prefeito do município de Belo Campo. Diversos assuntos foram pautados, como a criação da Região Metropolitana do Sudoeste da Bahia – cujo projeto de lei tramita na Assembleia Legislativa por iniciativa do deputado estadual Vítor Azevedo (PL) –, o encerramento do contrato de concessão da concessionária ViaBahia na BR 116 pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), e a questão da segurança do tráfego nas principais entradas e saídas de Vitória da Conquista. Quinho Tigre manifestou opinião favorável à criação da Região Metropolitana e convidou os vereadores para uma visita à UPB para aprofundar o debate sobre o tema. Também se colocou à disposição do presidente Ivan Cordeiro para articular as relações institucionais entre Câmara e setores do governo estadual, bem como do Governo Federal para a apresentação de demandas que dependem de investimentos e decisões desta esfera de poder. “Fiz questão de vir a este encontro com Ivan Cordeiro especialmente para convidá-lo para uma visita à UPB, para um bate-papo, pois ele é protagonista nesta questão da Região Metropolitana e quero colocar meu nome à disposição para estar também presente neste debate, fazendo coro com todo o Sudoeste para conseguirmos criar a tão sonhada Região Metropolitana. De forma republicana, acredito que todos os palanques devem ser desarmados após as eleições para que tenhamos obras importantes chegando e melhorando a vida de nossa comunidade”, afirmou Quinho. O presidente Ivan Cordeiro voltou a ressaltar a importância do Poder Legislativo se integrar às diversas entidades de classe para fortalecer as diversas demandas apresentadas pelos vereadores e pela comunidade conquistense e regional. A ideia, segundo ele, é constituir uma cultura de diálogo com parlamentares, governos e instituições públicas que lidam diretamente com os interesses coletivos. “Estamos buscando consolidar uma cultura de diálogo permanente, integrando nosso legislativo às diversas entidades, criando pontes para o bem de Vitória da Conquista. Nesse sentido, a visita de Quinho Tigre foi importante porque apresentamos a ele a proposta de criação da Região Metropolitana do Sudoeste, pois sabemos da força da UPB em dar respaldo na Assembleia Legislativa e, uma vez aprovado, da força junto ao governador Jerônimo Rodrigues no sentido de sancionar a lei. A Câmara vai se colocar sempre acima de qualquer interesse ideológico e partidário”, afirmou Cordeiro. A segunda vice-presidente, Cris Rocha, afirmou a importância do diálogo com as demais instâncias de poder, para fortalecer a própria ação parlamentar e encontrar alternativas para os diversos problemas vivenciados pela população, seja na área de saúde, transporte, educação, acesso a água ou cultura e lazer. “Este diálogo fortalece nosso papel institucional. Ninguém é bom sozinho; precisamos estar abertos ao diálogo para garantir benefícios para nossa gente”, ressaltou.

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Gusttavo Lima anuncia que vai se candidatar à Presidência da República em 2026

O cantor sertanejo Gusttavo Lima vai se candidatar à Presidência da República. Faltando um ano e meio para as eleições e ainda sem partido, o artista contou com exclusividade ao Metrópoles que resolveu colocar o próprio nome à disposição do eleitorado nas eleições gerais de 2026. “O Brasil precisa de alternativas. Estou cansado de ver o povo passar necessidade sem poder fazer muito para ajudar. Eu mesmo enfrentei muitas dificuldades na vida, mas aproveitei as oportunidades que recebi. Vim de uma condição bastante humilde, cheguei a perder três dentes, mas, claro, tive condições de me tratar, condição que muita gente não tem”, afirmou Gusttavo. Apesar de sempre ter apoiado publicamente Jair Bolsonaro (PL), Gusttavo Lima não confirma a esta altura ter as bênçãos políticas do ex-presidente da República. “Chega dessa história de direita e de esquerda. Não é sobre isso, é sobre fazer um gesto para o país, no sentido de colocar o meu conhecimento em benefício de um projeto para unir a população”, disse o cantor. Sobre o fato de não estar filiado a uma legenda, Gusttavo Lima afirmou que começa a conversar a partir de agora com grupos políticos que dialoguem com seus planos de entrar para a política. “Conheço muita gente e, embora eu nunca tenha ocupado nenhum posto político, eu sou um empreendedor. Montei muitas empresas e sei como fazer para a roda girar. A gente tem que desburocratizar para o país funcionar melhor. Os pobres estão sem poder de compra, e o setor do agronegócio não aguenta mais pagar impostos e não ter benfeitorias para investir em seus próprios negócios. Eu acho que posso ajudar, talvez mude de ideia até 2026, mas hoje a minha disposição está muito inclinada para me tornar um candidato à Presidência da República em 2026”, afirmou. Recentemente, o cantor se envolveu em um escândalo que ganhou grandes proporções. Gusttavo Lima foi investigado por suspeita de lavagem de dinheiro por meio de empresas de apostas on-line. O Ministério Público do de Pernambuco (MPPE), entretanto, pediu para arquivar as apurações que tinham como alvo o sertanejo e os sócios da Vaidebet, por falta de provas que justificassem ação penal contra eles.

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