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Política

Ainda sem definir candidatura, Duda Sanches garante manter legado de Alan Sanches: “O sonho dele agora vive em mim”

Na chegada à missa de sétimo dia em memória do ex-deputado Alan Sanches, nesta sexta-feira (23) na Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, o vereador Duda Sanches (União Brasil) reafirmou que dará continuidade ao legado do pai – que conciliava a atividade política com o atendimento médico nas comunidades carentes de Salvador. “No meu dia a dia, com ele vivo, em todos os cantos alguém já tinha sido atendido por ele, ele já tinha curado alguém, já tinha ajudado alguém, e agora eu vou fazer o que ele queria que eu fizesse. Eu tenho estado com minha família, conversado com meus irmãos, com todo mundo, e eu vou fazer o que ele queria que eu fizesse”, disse Duda. “Peço a Deus, a Jesus Cristo e a ele, de onde estiver, que me dê sabedoria, mas eu posso garantir a minha família, aos amigos de meu pai, que o sonho dele agora vive em mim e que eu não vou deixar o legado dele morrer, de jeito nenhum”, emendou. Duda, todavia, não deu detalhes sobre sua eventual candidatura, nem se será a deputado federal, como Alan pretendia, ou se manterá o legado no pai na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). Em vida, Alan Sanches fazia uma dobradinha com o empresário de Santo Antônio de Jesus, Ditinho Lemos, que buscava herdar a cadeira estadual deixada por ele no Legislativo. Agora, Duda e Ditinho abriram conversas para rever a estratégia das candidaturas. A pessoas próximas, o vereador tem admitido o desejo de ir a federal, mas esbarra no desafio de captar recursos e viabilizar uma estrutura, que não conta mais com o gabinete na AL-BA. Alan Sanches morreu no último sábado (17) vítima de um infarto fulminante. O suplente Luciano Ribeiro (União Brasil) tomou posse nessa quinta (22). Fonte: Política Livre.

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Tinoco diz que ACM Neto irá apoiar Caiado

O vereador de Salvador Cláudio Tinoco (União Brasil), um dos coordenadores da campanha de ACM Neto (União Brasil) ao Governo da Bahia, afirmou que o ex-prefeito da capital baiana terá um candidato para apoiar na disputa pela Presidência da República nas eleições deste ano. A declaração foi feita durante entrevista ao programa Se Liga Bocão e marca uma mudança de postura em relação ao pleito de 2022, quando ACM Neto optou pela neutralidade na disputa entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Questionado sobre a possibilidade de um aceno ao bolsonarismo, com eventual apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente, Tinoco afirmou que, no momento, o nome defendido por ACM Neto para o Palácio do Planalto é o do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil). O vereador lembrou que, além de ser do mesmo partido, Caiado lançou sua pré-candidatura à Presidência em Salvador no início de 2025. “Caiado é o pré-candidato do União Brasil. É o pré-candidato de Neto, de Bruno, de Tinoco, de todo o União Brasil. Lógico que hoje nós compomos uma federação e temos que ouvir lideranças do Progressistas (PP). É diferente do início de 2025, quando o União Brasil ainda não estava federado e quando a pré-candidatura de Caiado foi lançada”, disse. Apesar disso, Tinoco destacou que ACM Neto tem mantido diálogo com outros nomes colocados no cenário nacional, a exemplo dos governadores Ratinho Júnior (PSD), do Paraná, e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais. “Essas arrumações do ponto de vista nacional estão em curso. Da mesma forma vão ser conduzidas pelas lideranças nacionais dos partidos”, afirmou. Mesmo diante das indefinições, o vereador garantiu que ACM Neto terá posicionamento claro contra o PT e contra o presidente Lula. “O que posso dizer de uma forma bem objetiva é que as correntes partidárias de centro-direita desejam uma candidatura única [da oposição] no país. Esse não é outro motivo que não seja ter uma clareza já no primeiro turno para que haja um enfrentamento ao PT e de uma parte significativa da população que rejeita o governo Lula”, declarou. Em seguida, acrescentou: “Nós temos um pré-candidato que é Caiado e, de acordo com a arrumação política e as definições das candidaturas nacionais, se vai ter uma clareza sobre a posição [sobre a eleição presidencial]”. Durante a entrevista, Cláudio Tinoco confirmou ainda que assumiu a coordenação da campanha de ACM Neto em Salvador e na Região Metropolitana. Segundo ele, a decisão foi tomada após conversa, em fevereiro de 2025, com o ex-prefeito e com o atual prefeito da capital, Bruno Reis (União Brasil). “Naquele momento, eu já tinha minhas convicções de que Neto seria o candidato do nosso grupo político ao governo da Bahia. E estou dentro do escritório do nosso partido. Sou filiado ao União Brasil há 24 anos, sou líder da bancada na Câmara, tenho uma relação de intimidade e proximidade com Neto para poder ajudar”, afirmou. Ao comentar a formação da chapa oposicionista, Tinoco disse que as conversas ainda estão em andamento. Nomes como João Roma (PL), Márcio Marinho (Republicanos) e Marcelo Nilo (Republicanos) têm sido citados para a disputa ao Senado. Segundo o vereador, a condução está sendo feita por ACM Neto e as definições ocorrerão no momento adequado. “É legítimo que qualquer pessoa, filiada a qualquer partido e que esteja dentro do grupo tenha suas perspectivas, suas vontades e seus desejos de contribuir em qualquer posição. Neto está conduzindo as conversas para a formação da chapa. No momento certo, vai ser analisado”, disse. “Nossa expectativa é de que muitas pessoas que ainda não estão explicitamente no grupo possam ser agregadas e fortalecer a chapa. Vai ter espaço para todo mundo”, acrescentou. Fonte: Tribuna da Bahia.

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Jequié: Zé Cocá confirma ida ao PSB e apoio a Jerônimo

O prefeito de Jequié, Zé Cocá, hoje filiado ao PP, confirmou nesta quarta-feira (21), durante encontro com o secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, que aceitará o convite para ingressar no PSB, partido comandado na Bahia pela deputada federal Lídice da Mata. No Palácio de Ondina, a movimentação é tratada como estratégica. A avaliação é que a entrada de Cocá ajuda a dar mais peso ao PSB dentro da base de Jerônimo Rodrigues, com a lógica de consolidar uma legenda sobre a qual o governo consiga exercer influência mais direta — em roteiro semelhante ao que Rui Costa já estimulou ao fortalecer o Avante. O convite, aliás, foi escancarado publicamente pelo presidente da UPB, Wilson Andrade, prefeito de Andaraí, ligado a Lídice e muito próximo do pepista. Por ora, Cocá não entra com a intenção de disputar a chapa majoritária. Mas, nos bastidores, o nome segue “na mesa” — sobretudo para compor como vice, hipótese já ventilada em outros momentos. Com a mudança, Cocá — que apoiou ACM Neto na última disputa ao governo e chegou a ser citado na órbita oposicionista — mira ampliar influência no Médio Rio de Contas, fortalecer o projeto local e chegar mais bem posicionado para 2028 e, olhando mais adiante, para 2030. A ida ao PSB não deve ser solitária. Também migrariam cinco deputados estaduais: quatro hoje no PP e críticos da federação nacional com o União Brasil — Hassan Iossef (aliado direto de Cocá), Niltinho, Eduardo Sales e Antonio Henrique Júnior — além de Vitor Bonfim, que é o único do grupo projetando disputa para a Câmara Federal. Os demais tendem a buscar a reeleição na Assembleia. Vitor Bonfim e Hassan, inclusive, participaram da reunião com Loyola na Governadoria. O desenho em discussão prevê um grande ato político para oficializar as adesões antes mesmo da abertura da janela partidária. A expectativa é que Cocá leve um grupo expressivo de prefeitos para a sigla — fala-se em quase 20, com potencial de ultrapassar 30, a depender do efeito dominó entre gestores e deputados. Fonte: Políticos do Sul da Bahia.

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Geddel entra em campo e articula filiação de Ze Ronaldo ao MDB para compor a chapa de Jerônimo em 2026

O ex-ministro Geddel Vieira Lima voltou a se movimentar nos bastidores da política baiana e articula a filiação do prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo, ao MDB. A estratégia mira a formação da chapa do governador Jerônimo Rodrigues, com Zé Ronaldo como possível vice-governador, ampliando o arco de alianças e avançando sobre um dos maiores colégios eleitorais do estado. A entrada de Zé Ronaldo no MDB seria um movimento de alto impacto político, reposicionando o prefeito feirense no tabuleiro estadual e fortalecendo o diálogo do governo com o interior. A costura, se confirmada, sinaliza que Jerônimo já joga o jogo da reeleição com pragmatismo e foco em nomes de peso eleitoral.

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Loyola defende MDB na vice e diz que governo respeita posição de Otto sobre candidatura avulsa de Coronel

O secretário de Relações Institucionais do governo, Adolpho Loyola (PT), afirmou nesta segunda (19) que a formação da chapa governista para 2026 seguirá critérios de competitividade eleitoral e diálogo com todos os partidos da base. “Nós temos três bons nomes para duas vagas. Nós vamos apresentar à população baiana a chapa mais competitiva, a chapa com a maior densidade eleitoral. E nós vamos conversar com todos os partidos da base. PSD, MDB, PV, PSB, todos serão ouvidos e consultados”, declarou, durante a inauguração da nova Rodoviária de Salvador. Ao comentar as críticas à tese da chapa chamada de “puro-sangue”, Loyola ressaltou que a construção política sempre foi plural e que o próprio PT tem histórico de abertura para alianças. “Quem inovou com essa pluralidade de partidos foi o PT em 2006. Depois nós tivemos Lídice (da Mata, do PSB), (Walter) Pinheiro (do PT), depois o senador Otto Alencar, depois o senador Angelo Coronel (SD). Quem abre espaço para isso sempre foi o PT”. Sobre a possibilidade de o PSD insistir na candidatura do senador Angelo Coronel, mesmo se a opção for pela chapa “puro-sangue”, o secretário afirmou que o governo respeita a autonomia partidária e confia na maturidade política para evitar rupturas. “É uma posição do partido, a gente não vai interferir. É uma posição do PSD. Vai ser uma decisão do PSD. Mas eu acho que nós vamos continuar conversando com maturidade política e vamos conseguir resolver a chapa sem deixar sequelas no caminho”, pontuou o secretário. Loyola destacou ainda a preocupação do governo em manter a unidade da base aliada durante todo o processo. “Vamos sair com a base unida, com a chapa unida, com o governador, com o vice, com os senadores, nossa chapa federal e estadual, para reeleger o governador Jerônimo (PT) e reeleger o presidente Lula (PT). Questionado sobre rumores de uma possível mudança na indicação da vice-governadoria, o secretário foi categórico ao defender a permanência do MDB no posto. “A vice não está na mesa. Nós estamos resolvendo a chapa do Senado. A vice é do MDB, a vice é o Geraldo Júnior e a gente vai continuar conversando sobre isso”, garantiu. Fonte: Política Livre.

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Encontro de Jerônimo e Diego Coronel aponta para definição na chapa

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se reuniu nesta quarta-feira (14), em seu gabinete com o deputado federal Diego Coronel (PSD). O encontro acontece após o parlamentar tomar a frente da negociação referente a montagem da chapa governista para as eleições de outubro. A reunião aponta para um entendimento na formação da majoritária, após o senador Ângelo Coronel (PSD) ameaçar sair da aliança depois de ter sido excluído da chapa. “Estamos construindo esse ambiente para 26. Acabei de receber Diego pra gente iniciar um processo dessa construção, de pacificação para que o grupo continue unido e forte. O Coronel vai liderar, mas um mediador bom é Diego, que sabe fazer isso muito bem”, disse Jerônimo em vídeo publicado nas redes sociais, “Estamos num processo de construção e não tenho a menor dúvida que teremos muitas novidades para nossa Bahia”, indicou Diego Coronel. Uma ala do grupo petista defende a composição chamada de “puro-sangue”, com nomes apenas do PT: além de Wagner, o outro nome seria o do ministro da Casa Civil, Rui Costa. Caso o arranjo se confirme, Coronel teria que buscar uma alternativa fora da base governista, se quiser se reeleger ao Senado. A situação ganhou contornos mais tensos após o senador e presidente do PSD na Bahia, Otto Alencar, ter afirmado recentemente que apoiaria a reeleição de Jerônimo, mesmo se o correligionário não for escolhido na chapa ao Senado. Propostas Para evitar o racha no grupo, o governo apresentou algumas propostas para Coronel, entre elas a indicação da vice, vaga que pode ficar com o próprio Diego. Outra solução apresentada ao senador, foi a possibilidade de o pessedista ocupar a vaga de suplente ou de Wagner ou de Rui Costa, com o revezamento dos mandatos. Fonte: A Tarde.

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