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Saúde

Senado aprova projeto que garante aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de endemias

Com 57 votos a favor e nenhum contra, foi aprovado no plenário do Senado o projeto de lei complementar 185/2024, que regulamenta a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias. O projeto segue agora para a Câmara dos Deputados. A sessão foi acompanhada no plenário por dezenas de agentes comunitários. Os agentes foram a Brasília saídos de diversos estados, representando mais de 400 mil desses profissionais de todo o país. O projeto, de autoria do senador Veneziano Vital do Rego (MDB-PB), foi destacada pelos senadores como um marco para a categoria, mas também como um potencial problema fiscal para União, estados e municípios. O governo federal chamou o projeto de “pauta-bomba”, pelo tamanho do impacto que terá para as contas públicas. Antes de proclamar o resultado, o senador Davi Alcolumbre fez uma discurso rebatendo as críticas que recebeu por pautar um projeto que seria uma “bomba-fiscal”. Os agentes comunitários de saúde (ACS) e os agentes de combate às endemias (ACE) são profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) com funções distintas e complementares na preveção e promoção da saúde. O ACS visita domicílios, identifica necessidades de saúde, orienta famílias, estimula práticas preventivas e garante o vínculo entre a população e a unidade básica. Já o ACE atua diretamente no controle de doenças endêmicas, vistoriando residências e terrenos, inspecionando locais de risco, aplicando larvicidas e orientando sobre prevenção de enfermidades como dengue, malária, leishmaniose e Chagas. O projeto regulamenta o que está previsto na Emenda Constitucional 120, para garantir aposentadoria com integralidade (salário integral) e paridade (reajustes iguais aos da ativa) para os agentes que cumprirem os requisitos mínimos de idade e tempo de serviço. De acordo com o texto, relatado pelo senador Wellington Fagundes (PL-MT), agentes homens poderão se aposentar aos 52 anos. Já as agentes mulheres, aos 50. Essa aposentadoria, entretanto, acontecerá desde que tenham ao menos 20 anos de efetivo exercício na função. Há ainda a possibilidade de aposentadoria com 15 anos na atividade e mais 10 em outra ocupação. A proposição aprovada nesta terça também assegura pensão por morte com os mesmos benefícios e contempla casos de readaptação funcional por motivo de saúde. Atualmente, a grande maioria dos agentes comunitários se aposenta pelo INSS, recebendo: benefício limitado ao teto do INSS; sem paridade; sem integralidade. O projeto muda completamente esse cenário. Se for aprovado pela Câmara e posteriormente sancionado pelo presidente da República, os ACS e ACE poderão se aposentar: ganhando exatamente o último salário da ativa (integralidade); recebendo os mesmos reajustes concedidos aos servidores em atividade (paridade). Essa condição garantida aos agentes é rara desde que o Congresso aprovou a última reforma da Previdência, que praticamente extinguiu essas duas garantias para servidores.

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Mal silencioso: entenda a doença que causou a morte de jovem durante simulado de vestibular

O caso da jovem Gabriela Godói de Oliveira, de 18 anos, que morreu após passar mal enquanto realizava um simulado de vestibular na escola, na última quarta-feira (19), acende um alerta para uma doença silenciosa: o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Gabriela era aluna do 3º ano do Ensino Médio no Colégio Pessoa, na cidade de Franca, interior de São Paulo. Ela chegou a ser atendida às pressas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu. A doença, que era comumente ligada às pessoas de mais idade, está se tornando mais presente entre os jovens. É o que afirma o neurologista e coordenador da UTI Neurológica do Hospital Mater Dei Salvador, Dr. Jamary Oliveira: “A gente tem observado um aumento do número de casos de AVC em pacientes mais jovens”. Segundo ele, essa mudança no perfil dos pacientes é um resultado de vários fatores. “A exposição a drogas lícitas e ilícitas. O tabaco, os vapes, que são os cigarros eletrônicos, estão sendo mais comumente consumidos na população jovem. E as drogas ilícitas também como cocaína, heroína, etc., que também aumentam a chance do indivíduo ter AVC”, revela. Fator emocional O neurologista destaca também a obesidade e negligência com a assistência médica como fatores importantes nesta faixa etária. “Tem a epidemia de obesidade que tem acometido muitos pacientes, jovens com os maus hábitos alimentares. E aquela sensação do jovem de ser invencível, de que nunca vai acontecer com ele. Tipicamente, o jovem não procura assistência médica, não faz prevenção, não usa medicação com mais frequência do que o paciente idoso, que é mais resiliente quanto às ocorrências de saúde que vão acontecendo com o passar da idade”, diz. O médico também aponta que o AVC pode ser provocado por gatilhos emocionais, principalmente em situações de estresse. “Você pode desenvolver. Existe alguma predisposição genética a ter essa repercussão. E algumas pessoas, claro, com antecedentes de doenças psiquiátricas prévias, elas também têm uma predisposição maior de ter essa ocorrência”, fala. Tem ainda a hipertensão, a diabetes, o colesterol elevado, a dislipidemia, o tabagismo e o sedentarismo como exemplos de fatores que podem contribuir para uma ocorrência de AVC. O que é AVC? O acidente vascular cerebral é uma doença que ocorre quando os vasos sanguíneos ficam obstruídos ou se rompem. “Tanto em uma situação quanto em outra, como os vasos sanguíneos são responsáveis por levar sangue, nutrientes e oxigênio para algumas áreas do cérebro, quando falta essa irrigação do cérebro, você tem sintomas de disfunção de uma parte do cérebro”, acrescenta Dr. Jamary Oliveira. Por isso, a pessoa que sofre um AVC perde os movimentos de uma parte do corpo, deixa de sentir uma parte do corpo, ou perde parte da visão. “Acontece pela perda desse suprimento sanguíneo”, completa o médico. Quando o acidente vascular é causado pela obstrução do vaso sanguíneo, ele é chamado isquêmico. Já quando há o rompimento do vaso, é chamado de hemorrágico. Mal silencioso Por ter tantas origens e muitas delas nem sempre diagnosticadas, o acidente vascular cerebral se torna uma bomba relógio. “Por conta dessa ocorrência ser de forma súbita, os sintomas acontecem de uma hora para a outra”, explica o neurologista. Os pacientes que não procuram o médico regularmente são os que mais sofrem com a doença. “Assim, nunca detectam que tem hipertensão, diabetes, dislipidemia, doenças silenciosas que você só vai saber se for no médico regularmente. Então, essa é a primeira característica do indivíduo que pode sofrer um AVC”, revela. Mas, não adianta ir ao médico e ignorar o diagnóstico. Tão ruim quanto aqueles que abdicam da assistência médica são aqueles que ignoram os sintomas. “Os que não se cuidam, no sentido de controlar coisas que são mais aparentes, também aumentam o risco do segundo, do terceiro AVC”, atesta o profissional. Prevenção A prevenção é a maior arma contra a doença. Segundo o Dr. Jamary Oliveira, cuidar dos fatores que podem causar o acidente vascular é o primeiro passo. “Combater a obesidade, a hipertensão, diabetes, se alimentar melhor, fazer atividade física, evitar fumar”, lista. Ele ainda acrescenta que essas práticas em conjunto podem reduzir o risco da ocorrência do primeiro AVC em 90%. Há também medicamentos para minimizar o impacto do AVC e reduzir a chance de sequelas e mortalidade. “A gente fala que o AVC é uma doença ‘tempo-dependente’. Então, quanto mais cedo a pessoa é levada para uma assistência médica especializada, mais chances ela vai ter de uma recuperação plena e de retornar às suas atividades plenas. Já tivemos vários pacientes jovens, como essa estudante, que tiveram AVC e recuperaram plenamente a sua capacidade de voltar a trabalhar, estudar e ter uma vida produtiva após o evento”, finaliza. Fonte: Correio 24 horas.

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Em cinco anos, procedimentos por câncer de próstata em homens mais jovens crescem 1.400% na Bahia

A preocupação com o câncer de próstata tem começado cada vez mais cedo entre homens mais jovens. Ainda que o risco para a doença seja maior a partir dos 50 anos, homens nas faixas etárias até 49 anos fizeram 14 vezes mais procedimentos por conta do tumor na Bahia. Em cinco anos, entre 2020 e 2024, os procedimentos ambulatoriais para câncer de próstata em homens com até 49 anos saltaram de 679 para 9.699 – ou seja, um crescimento de mais de 1428%, segundo Ministério da Saúde. Em 2025, os dados até agosto também indicam a tendência de aumento, já que chegam a 8.896. No Brasil, segundo o Sistema de Informação Ambulatorial (SIA) do SUS, também houve alta de 161%, com 7.423 atendimentos em 2020 contra 19.415 intervenções ambulatoriais em 2024. Já em 2025, até agosto, foram 15.748 ocorrências. O número de procedimentos, contudo, não corresponde exatamente ao total de pacientes atendidos. Isso porque, de acordo com o Ministério da Saúde, uma mesma pessoa pode ter feito mais de um procedimento ou ter sido internada mais de uma vez ao longo de seu tratamento. Mesmo assim, um aumento tão expressivo é multifatorial, como explica o cirurgião robótico Lucas Batista, chefe dos serviços de urologia da Universidade Federal da Bahia e do Hospital Cárdio Pulmonar. Um deles é justamente a maior disseminação de informações sobre a necessidade de consultar um urologista e fazer o exame de PSA (Antígeno Prostático Específico). O médico considera que isso aumentou nos últimos 15 anos, especialmente pela atuação das sociedades médicas, dos hospitais e da imprensa. “Existe uma mudança de geração, com uma massificação maior de informações. As pessoas estão conseguindo entender melhor essas questões e isso ajuda mais gente procurar o médico e não deixar para a última hora”, analisa. Não é possível, segundo ele, afirmar que os tumores de próstata são mais frequentes hoje do que eram há alguns anos. Por outro lado, há uma tendência maior de diagnósticos mais precoces. “Antes, a gente dava diagnósticos de paciente com 60 anos. Agora, essas pessoas estão recebendo o diagnóstico com 50 anos”, pontua. O oncologista Denis Jardim, líder nacional da especialidade de tumores urológicos da Oncoclínicas, faz uma ponderação semelhante: o crescimento não significa, necessariamente, que mais homens jovens estejam desenvolvendo a doença. Ele também acredita que o aumento se relaciona com a maior conscientização, a ampliação do acesso à rede de saúde e a mudança de comportamento em relação ao autocuidado masculino. “Campanhas de prevenção, especialmente o Novembro Azul, vêm contribuindo para que mais homens, inclusive abaixo dos 50 anos, busquem uma avaliação médica preventiva. Também observamos um movimento gradual de redução do preconceito em relação às consultas e exames, aliado ao desejo de envelhecimento saudável e ao acesso mais amplo à informação”, afirma. Precoce É comum que existam diferenças no comportamento do tumor de próstata entre faixas etárias. “Quando o câncer de próstata aparece em homens mais jovens, ele pode apresentar características mais agressivas e evolução mais rápida. Já em pacientes mais velhos, podem ser diagnosticados casos de evolução mais indolente e a vigilância ativa pode ser uma estratégia segura. Como isso não é uma regra, cada caso precisa ser avaliado individualmente”, explica o oncologista Denis Jardim. Diagnosticar o câncer de próstata cedo pode fazer muita diferença para o tratamento. Isso porque os tumores de próstata costumam ter desenvolvimento lento, além da baixa taxa de mortalidade. Segundo o cirurgião robótico Lucas Batista, alguns pacientes chegam a passar cinco anos com o tumor não diagnosticado e 90% dos casos são de risco baixo ou intermediário, com boas chances de cura. Nas fases iniciais, contudo, o mais comum é que os pacientes não tenham sintomas. Nos estágios mais avançados, por outro lado, alguns sinais são dificuldade para urinar, aumento da frequência urinária, presença de sangue na urina ou no sêmen, dores na pelve, quadris e costas. “Só 10% (dos tumores) são de maior risco. Mas se a pessoa não tem um diagnóstico e evolui com esse tumor, pode evoluir para um risco que vai aumentando”, explica. Hoje, uma das principais opções de tratamento para o câncer de próstata é a cirurgia robótica, que chegou ao Brasil em 2009. “Os pacientes têm muito medo de ficar impotentes e de ter incontinência (urinária). Ainda tem a possibilidade de efeitos colaterais, mas isso diminuiu. Aquele cirurgião que já opera há muitos anos consegue oferecer ao paciente essa tríade de cura oncológica, retorno da potência e da continência”, acrescenta. Há, ainda, técnicas ablativas do tumor, a exemplo da eletroporação, que usa pulsos elétricos para destruir as células tumorais. Existem, ainda, tratamentos mais conhecidos, como a radioterapia e a quimioterapia. No entanto, a quimioterapia é indicada apenas para bloqueio metastático, ou seja, para tumores que já se espalharam. Outro problema é que não existem formas específicas de prevenção do câncer de próstata. Ainda assim, manter um estilo de vida saudável é uma recomendação geral, além dos exames preventivos a partir dos 50 anos. Se o paciente tiver histórico familiar de câncer de próstata em parentes de primeiro grau, porém, isso deve ser feito a partir dos 45 anos. Fonte: Correio 24 horas.

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Ivana Bastos recebe alta hospitalar e agradece apoio durante recuperação

A presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, deputada Ivana Bastos (PSD), recebeu alta hospitalar neste sábado (8) após apresentar evolução clínica satisfatória e boa resposta após ser internada no início desta semana com Colite. A informação foi confirmada pela assessoria da Presidência da Casa. Segundo o comunicado oficial, a parlamentar permanecerá em casa nos próximos dias, em período de repouso e acompanhamento médico, retornando às atividades públicas de forma gradativa. Em mensagem de agradecimento, Ivana Bastos expressou gratidão à equipe médica, familiares, amigos, colegas parlamentares e a todos que demonstraram solidariedade durante o período de internação. “Agradeço a cada palavra de carinho, a cada oração e a cada demonstração de cuidado. Essas manifestações de afeto me fortaleceram e iluminaram meu caminho de recuperação, renovando em mim a fé e a gratidão”, afirmou a presidente da AL-BA. Fonte: Política Livre.

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Ciência de Dados e Inteligência Artificial ganham relevância nas ações de Saúde Digital

O Ministério da Saúde redefiniu o papel da Secretaria de Informação e Saúde Digital (SEIDIGI), comandada por Ana Estela Haddad, e promoveu uma reformulação profunda nas competências e no escopo de atuação da área, introduzindo conceitos mais alinhados à Transformação Digital. O novo decreto marca uma mudança de paradigma na política digital do ministério, substituindo uma estrutura de caráter operacional por uma de planejamento estratégico, inovação tecnológica e integração de dados em escala nacional. A SEIDIGI passa a ser o núcleo da transformação digital do SUS, incorporando inteligência artificial, interoperabilidade e ciência de dados como pilares da gestão pública de saúde. As mudanças foram feitas pelo Decreto 12.708/25, publicado hoje (03) no Diário Oficial da União, e estabelece nova estrutura regimental e administrativa no Ministério da Saúde. As alterações afetam diretamente os Artigos 52 a 55 do Decreto anterior (nº 11.798/23), que definiam a função da secretaria e de seus departamentos subordinados. No Artigo 52, por exemplo, o texto original atribuía à Secretaria de Informação e Saúde Digital o papel de apoio técnico e operacional às demais secretarias gestoras do Sistema Único de Saúde (SUS). Agora, o artigo passa elevar a SEIDIGI à condição de formuladora e coordenadora da Política Nacional de Informação e Saúde Digital, atribuição inexistente no texto do decreto anterior. Há ainda uma ampliação no escopo de atuação com a determinação de prover a inclusão de inteligência artificial, ciência de dados, inovação e tecnologias digitais emergentes. E todas as mudanças deverão observar a Estratégia Nacional de Segurança Cibernética do governo federal. O novo decreto manteve as antigas atribuições relacionadas à proteção de dados, interoperabilidade e telessaúde. Essas ações permanecem, mas agora estão inseridas num arcabouço estratégico e de governança digital mais abrangente. O Artigo 53 do novo Decreto 12.708/25 também prevê mudanças nas diretrizes e integração na atenção à saúde. O Departamento de Saúde Digital e Inovação (DESD) teve suas funções atualizadas para enfatizar o papel de formulação de diretrizes e integração da saúde digital na atenção integral do SUS. As mudanças incluem: Substituição de “coordenar” por “estabelecer diretrizes”, reforçando a função normativa do departamento. Novo inciso explicita a implementação de estratégias e ações aplicadas à atenção integral à saúde, integrando a inovação tecnológica à rotina assistencial do SUS. Interoperabilidade Neste novo decreto as competências do Departamento de Informação e Informática do SUS (Datasus) foram ampliadas para consolidar o papel técnico da área na governança de dados e integração nacional de sistemas. Essas mudanças transformam o Datasus em um núcleo central da arquitetura digital do SUS, com foco em interoperabilidade e gestão de dados em larga escala. As principais mudanças que reforçam o papel do Datasus foram: 1 – Incorporação da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) como plataforma oficial de interoperabilidade do Ministério. 2 – Criação de competências específicas para coordenar o fluxo de integração de dados em saúde. 3 – Alteração de “padrões semânticos” para “padrões de interoperabilidade”, indicando padronização de dados e sistemas. 4 – Reforço na responsabilidade pela infraestrutura e segurança tecnológica, incluindo novas camadas de governança sob o SISP (Sistema de Administração dos Recursos de TI). Dados abertos e inteligência artificial No Artigo 55 o Departamento de Monitoramento, Avaliação e Disseminação de Informações Estratégicas em Saúde (DEMAS) – também vinculado à secretaria de Ana Estela Haddad – foi reestruturado com a substituição e ampliação de diversas atribuições. Como, por exemplo, a que agora cabe ao departamento publicar e coordenar a execução do Plano de Dados Abertos do Ministério, em conformidade com a política federal. Também introduz ações de capacitação e disseminação de informações estratégicas, reforçando a governança de dados. A mudança na estrutura de tecnologia do Ministério da Saúde também passa a fomentar o uso da ciência de dados e da inteligência artificial na tomada de decisão em saúde, o que pode ser considerado uma inovação inédita neste decreto. Nas mudanças propostas, fica ampliada, por exemplo, o papel da Rede Interagencial de Informações para a Saúde (RIPSA), com foco em análises situacionais e formulação de indicadores estratégicos. Todas as mudanças evidenciam o avanço da agenda de dados abertos e da IA aplicada à gestão pública em saúde, inserindo o Brasil na tendência global de uso de tecnologias analíticas no SUS. Fonte: Jornalistas pela Democracia.

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Veja como cada deputado votou sobre regras de acesso ao aborto para menores

A Câmara dos Deputados aprovou hoje um projeto que suspende um conjunto de regras para o acesso ao aborto legal para crianças e adolescentes. O que aconteceu O placar foi de 317 votos a favor e 111 contra. O projeto agora segue para análise do Senado. O texto derruba uma resolução com regras para o acesso ao aborto legal para menores de 18 anos. Trata-se da resolução nº 258 do Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente), publicada em dezembro de 2024. Ela A resolução determina que o menor deve receber acompanhamento durante todo o processo. O documento diz, por exemplo, que a criança ou adolescente deve passar por um processo de escuta, além de ser assistida durante todo o processo por um profissional do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente. PT, PSOL, PcdoB, PV e Rede foram os únicos partidos a orientar voto contra a derrubada das regras. Mesmo assim, alguns deputados de esquerda se posicionaram a favor. Veja como cada deputado votou Votou SIM Acácio Favacho (MDB-AP) Adail Filho (Republicanos-AM) Adilson Barroso (PL-SP) Adolfo Viana (PSDB-BA) Adriana Ventura (Novo-SP) Aécio Neves (PSDB-MG) Afonso Hamm (PP-RS) Afonso Motta (PDT-RS Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) Alberto Fraga (PL-DF) Albuquerque (Republicanos-RR) Alceu Moreira (MDB-RS) Alex Santana (Republicanos-BA) Alexandre Guimarães (MDB-TO) Aliel Machado (PV-PR) Alfredo Gaspar (União-AL) Allan Garcês (PP-MA) Aluisio Mendes (Republicanos-MA) Amaro Neto (Republicanos-ES) Ana Paula Leão (PP-MG) André Abdon (PP-AP) André Fernandes (PL-CE) André Ferreira (PL-PE) André Janones (Avante-MG) Antônia Lúcia (Republicanos-AC) Antonio Andrade (Republicanos-TO) Antonio Brito (PSD-BA) Antônio Doido (MDB-PA) Any Ortiz (Cidadania-RS) Átila Lins (PSD-AM) Átila Lira (PP-PI) Aureo Ribeiro (Solidariedade-RJ) Augusto Coutinho (Republicanos-PE) Baleia Rossi (MDB-SP) Bebeto (PP-RJ) Benes Leocádio (União-RN) Beto Pereira (PSDB-MS) Beto Richa (PSDB-PR) Bia Kicis (PL-DF) Bibo Nunes (PL-RS) Bruno Farias (Avante-MG) Bruno Ganem (Podemos-SP) Cabo Gilberto Silva (PL-PB) Caio Vianna (PSD-RJ) Capitão Alberto Neto (PL-AM) Capitão Alden (PL-BA) Carla Dickson (União-RN) Carlos Henrique Gaguim (União-TO) Carlos Jordy (PL-RJ) Carlos Sampaio (PSD-SP) Caroline de Toni (PL-SC) Castro Neto (PSD-PI) Célio Silveira (MDB-GO) Celso Russomanno (Republicanos-SP) Cezinha de Madureira (PSD-SP) Charles Fernandes (PSD-BA) Chris Tonietto (PL-RJ) Clarissa Tércio (PP-PE) Claudio Cajado (PP-BA) Cleber Verde (MDB-MA) Cobalchini (MDB-SC) Coronel Assis (União-MT) Coronel Chrisóstomo (PL-RO) Coronel Meira (PL-PE) Coronel Ulysses (União-AC) Covatti Filho (PP-RS) Cristiane Lopes (União-RO) Da Vitoria (PP-ES) Damião Feliciano (União-PB) Dani Cunha (União-RJ) Daniel Agrobom (PL-GO) Daniel Freitas (PL-SC) Danilo Forte (União-CE) Danrlei de Deus Hinterholz (PSD-RS) David Soares (União-SP) Dayany Bittencourt (União-CE) Delegada Ione (Avante-MG) Delegada Katarina (PSD-SE) Delegado Bruno Lima (PP-SP) Delegado Palumbo (MDB-SP) Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP) Delegado Ramagem (PL-RJ) Diego Andrade (PSD-MG) Diego Coronel (PSD-BA) Diego Garcia (Republicanos-PR) Dilceu Sperafico (PP-PR) Dimas Fabiano (PP-MG) Domingos Neto (PSD-CE) Domingos Sávio (PL-MG) Dr. Frederico (PRD-MG) Dr. Ismael Alexandrino (PSD-GO) Dr. Jaziel (PL-CE) Dr. Luiz Ovando (PP-MS) Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES) Dr. Fernando Máximo (União-RO) Dr. Zacharias Calil (União-GO) Dra. Alessandra Haber (MDB-PA) Duda Ramos (MDB-RR) Eduardo da Fonte (PP-PE) Eduardo Velloso (União-AC) Elmano Férrer (PP-PI) Eli Borges (PL-TO) Ely Santos (Republicanos-SP) Emidinho Madeira (PL-MG) Eros Biondini (PL-MG) Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) Evair Vieira de Melo (PP-ES) Fabiano Cazeca (PRD-MG) Fábio Macedo (Podemos-MA) Fábio Teruel (MDB-SP) Fabio Schiochet (União-SC) Fausto Pinato (PP-SP) Fausto Jr. (União-AM) Fatima Pelaes (Republicanos-AP) Felipe Becari (União-SP) Felipe Francischini (União-PR) Fernanda Pessoa (União-CE) Fernando Coelho Filho (União-PE) Fernando Rodolfo (PL-PE) Filipe Barros (PL-PR) Filipe Martins (PL-TO) Franciane Bayer (Republicanos-RS) Fred Linhares (Republicanos-DF) Gabriel Mota (Republicanos-RR) Gabriel Nunes (PSD-BA) General Girão (PL-RN) General Pazuello (PL-RJ) Geraldo Mendes (União-PR) Geovania de Sá (PSDB-SC) Gilberto Nascimento (PSD-SP) Gilson Daniel (Podemos-ES) Gilson Marques (Novo-SC) Gilvan da Federal (PL-ES) Giovani Cherini (PL-RS) Greyce Elias (Avante-MG) Guilherme Uchoa (PSB-PE) Gustavo Gayer (PL-GO) Gustinho Ribeiro (Republicanos-SE) Gutemberg Reis (MDB-RJ) Heitor Schuch (PSB-RS) Helena Lima (MDB-RR) Helio Lopes (PL-RJ) Hercílio Coelho Diniz (MDB-MG) Hildo Rocha (MDB-MA) Hugo Leal (PSD-RJ) Icaro de Valmir (PL-SE) Igor Timo (PSD-MG) Ismael (PSD-SC) Iza Arruda (MDB-PE) Jadyel Alencar (Republicanos-PI) Jeferson Rodrigues (Republicanos-GO) Jefferson Campos (PL-SP) João Cury (MDB-SP) João Leão (PP-BA) Joaquim Passarinho (PL-PA) Jonas Donizette (PSB-SP) Jorge Braz (Republicanos-RJ) Jorge Goetten (Republicanos-SC) José Medeiros (PL-MT) José Nelto (União-GO) Josivaldo JP (PSD-MA) Juarez Costa (MDB-MT) Julia Zanatta (PL-SC) Júlio Cesar (PSD-PI) Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF) Julio Lopes (PP-RJ) Juninho do Pneu (União-RJ) Junio Amaral (PL-MG) Júnior Ferrari (PSD-PA) Keniston Braga (MDB-PA) Kim Kataguiri (União-SP) Lafayette de Andrada (Republicanos-MG) Leur Lomanto Júnior (União-BA) Lincoln Portela (PL-MG) Lucas Ramos (PSB-PE) Lucas Redecker (PSDB-RS) Luciano Alves (PSD-PR) Luciano Amaral (PSD-AL) Luciano Vieira (Republicanos-RJ) Lucio Mosquini (MDB-RO) Luisa Canziani (PSD-PR) Luiz Antônio Corrêa (PP-RJ) Luiz Carlos Busato (União-RS) Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) Luiz Carlos Motta (PL-SP) Luiz Fernando Faria (PSD-MG) Luiz Fernando Vampiro (MDB-SC) Luiz Gastão (PSD-CE) Luiz Lima (Novo-RJ) Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP) Márcio Biolchi (MDB-RS) Márcio Honaiser (PDT-MA) Márcio Marinho (Republicanos-BA) Marcel van Hattem (Novo-RS) Marcelo Álvaro Antônio (PL-MG) Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) Marcelo Moraes (PL-RS) Marcio Alvino (PL-SP) Marangoni (União-SP) Marcos Aurélio Sampaio (PSD-PI) Marcos Pereira (Republicanos-SP) Marcos Pollon (PL-MS) Marcon (PT-RS) Marcos Soares (União-RJ) Mario Frias (PL-SP) Mário Negromonte Jr. (PP-BA) Marussa Boldrin (MDB-GO) Marx Beltrão (PP-AL) Matheus Noronha (PL-CE) Maurício Carvalho (União-RO) Mauricio Marcon (Podemos-RS) Mauricio do Vôlei (PL-MG) Max Lemos (PDT-RJ) Mersinho Lucena (PP-PB) Messias Donato (Republicanos-ES) Miguel Lombardi (PL-SP) Moses Rodrigues (União-CE) Murillo Gouvea (União-RJ) Nely Aquino (Podemos-MG) Newton Cardoso Jr (MDB-MG) Nicoletti (União-RR) Nikolas Ferreira (PL-MG) Olival Marques (MDB-PA) Osmar Terra (PL-RS) Ossesio Silva (Republicanos-PE) Otto Alencar Filho (PSD-BA) Padovani (União-PR) Pastor Claudio Mariano (União-PA) Pastor Diniz (União-RR) Pastor Eurico (PL-PE) Pastor Gil (PL-MA) Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) Pauderney Avelino (União-AM) Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG) Paulo Alexandre Barbosa (PSDB-SP) Paulo Azi (União-BA) Paulo Freire Costa (PL-SP) Paulo Litro (PSD-PR) Paulo Magalhães (PSD-BA) Pedro Lupion (Republicanos-PR) Pedro Lucas Fernandes (União-MA) Pedro Westphalen (PP-RS) Pezenti (MDB-SC) Pinheirinho (PP-MG) Pr. Marco Feliciano (PL-SP) Professor Alcides (PL-GO) Rafael Brito (MDB-AL) Rafael Fera (Podemos-RO) Rafael Prudente (MDB-DF) Raimundo Costa (Podemos-BA) Raimundo Santos (PSD-PA) Reinhold Stephanes (PSD-PR) Renata Abreu (Podemos-SP) Ricardo Abrão (União-RJ) Ricardo Ayres (Republicanos-TO) Ricardo Barros (PP-PR) Ricardo Guidi (PL-SC) Ribamar Silva (PSD-SP) Robério Monteiro (PDT-CE) Roberta Roma (PL-BA) Roberto Monteiro Pai (PL-RJ) Robinson

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