
450 mil pessoas passaram pelo Itapedro, consolidando Maior São Pedro do Brasil
Cerca de 450 mil pessoas passaram pelo Itapedro 2026, consolidado como o Maior São Pedro do Brasil. O evento foi realizado entre os dias 25 e 28 de junho, na Itabuna, na Arena Zé Cachoeira, reunindo uma programação de grandes atrações e um público vindo de diversas regiões. O palco recebeu alguns dos maiores nomes da música brasileira, como Gusttavo Lima, João Gomes, Dorgival Dantas, Pablo, Thiago Aquino, Nattan,Bruno & Marrone, Alok, Maiara & Maraisa, Zé Neto & Cristiano, Nathanzinho Lima, Tarcísio do Acordeon, João Gomes, Léo Estakazero, Nathanzinho Lima, Calcinha Preta, Cacau com Leite, Iguinho & Lulinha, Waldonys, Lordão, As Donas do Bar, Pedro Gabriel, Cris Mel, Marcynho Sensação, entre muitos outros artistas que fizeram da quinta edição do Itapedro um grande sucesso. A realização do evento contou com o apoio da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania em nome de Aldo Rebouças, da Prefeitura de Itabuna através do prefeito Augusto Castro, da Secretaria de Turismo do Estado da Bahia, do Governo do Estado da Bahia, do Ministério do Turismo, além de patrocinadores e parceiros como a Brahma, a CAIXA, Vista do Vale e outras marcas que contribuíram para a realização desta grande festa, que movimentou a economia, fortaleceu o turismo e reafirmou Itabuna como um dos principais destinos dos festejos juninos do país. Fonte: Tribuna da Bahia.

IF Baiano desenvolve drones para agricultura, ensino e monitoramento ambiental em Guanambi
O Instituto Federal Baiano (IF Baiano) divulgou um artigo sobre pesquisas desenvolvidas no Campus Guanambi para criação e aperfeiçoamento de drones voltados ao uso agrícola, ambiental e educacional. As iniciativas são coordenadas pelo professor Leandro Gonçalves e vêm sendo desenvolvidas há mais de uma década, desde 2013, inicialmente por meio de projetos de iniciação científica. O trabalho busca direcionar uma tecnologia que ganhou grande visibilidade em conflitos armados para finalidades civis. No IF Baiano, os drones são projetados para monitorar lavouras, aplicar bioinsumos, identificar plantas invasoras, analisar o estado nutricional das culturas e otimizar atividades no campo. De acordo com o professor Leandro, a principal motivação para o desenvolvimento dos equipamentos foi reduzir custos e produzir soluções personalizadas para as demandas do próprio instituto. Ao longo dos anos, o grupo construiu diferentes protótipos, alguns deles sem chegar à fase de voo, até alcançar modelos mais estáveis e com possibilidade de aplicação comercial. Entre os projetos desenvolvidos está o Colibri PRO, apontado como o modelo mais avançado da linha criada pelo grupo de pesquisa. A proposta segue o conceito de open hardware, ou hardware aberto, em que arquivos de desenvolvimento são compartilhados para permitir que outras pessoas estudem, fabriquem e aprimorem a tecnologia. A linha Colibri é composta por cinco modelos: Lite, PRO, Cargo, Micro e Mini. Segundo o professor, a abertura dos arquivos tem como objetivo estimular o interesse pela área e incentivar a participação de mais pessoas no desenvolvimento nacional de drones. A proposta também busca reduzir a dependência de tecnologias concentradas no mercado internacional. Com o uso de impressão 3D, pessoas com acesso aos arquivos e aos equipamentos necessários podem produzir componentes das aeronaves, além de realizar reparos e adaptações. Para o grupo, o compartilhamento do conhecimento amplia a colaboração e fortalece a formação de novos pesquisadores. A participação estudantil é uma das bases do trabalho. Gabriel Montalvão Santos, estudante de Análise e Desenvolvimento de Sistemas do Campus Guanambi e egresso do curso técnico em Informática para Internet, integrou os projetos Educa Drones e Drones Guanambi, que contribuíram para a evolução das aeronaves. Segundo Gabriel, os drones Colibri resultam dessas experiências e também têm finalidade educacional. O modelo Colibri Lite, por exemplo, foi pensado para levar conhecimentos de matemática, física e tecnologia de drones para a sala de aula, dentro de uma proposta alinhada à metodologia STEAM, que integra ciência, tecnologia, engenharia, artes e matemática. Uma das frentes atuais de pesquisa é o aumento da autonomia de voo, ponto considerado essencial para aplicações agrícolas em áreas maiores. O grupo conseguiu ampliar em cerca de 30% o tempo de operação dos drones produzidos e utilizados pela equipe. O resultado foi alcançado com redução de peso estrutural, miniaturização de componentes eletrônicos e produção de packs de baterias com maior densidade energética. O professor Leandro explica que o peso da aeronave é um dos principais desafios técnicos. Quanto mais leve o drone, maior tende a ser sua autonomia. No entanto, a redução de peso precisa ser equilibrada com a resistência da estrutura. Por isso, a equipe trabalha no desenvolvimento de plataformas leves e, ao mesmo tempo, resistentes. Nos testes mais recentes, o Colibri Lite alcançou entre 19 e 20 minutos de autonomia usando baterias produzidas no próprio laboratório. A estrutura do drone é feita por impressão 3D, o que facilita a manutenção em caso de danos e permite atualizações constantes nos modelos. Na prática, mais tempo de voo significa maior área monitorada em cada operação. Isso pode ser aplicado, por exemplo, no mapeamento de lavouras para acompanhamento da saúde das plantas. Com maior autonomia, o drone consegue cobrir mais área em menos tempo, o que contribui para o planejamento das atividades agrícolas. As aplicações no campo incluem monitoramento de lavouras, pulverização de bioinsumos, aplicação de fertilizantes e defensivos, além de apoio ao transporte agrícola em regiões montanhosas. Segundo o pesquisador, a agricultura familiar também pode ser beneficiada, especialmente pela redução do tempo de trabalho e pelo aumento da precisão nas aplicações. Os projetos também têm aplicação ambiental e na gestão territorial. Um exemplo citado ocorreu no Campus Catu, onde drones foram usados em levantamento planialtimétrico que comprovou problemas provocados por desvio irregular de águas pluviais. A tecnologia também pode ajudar na identificação de processos erosivos, pontos de desmatamento, cobertura do solo, áreas de preservação permanente e mata ciliar. Além dos resultados técnicos, as pesquisas têm impacto direto na formação dos estudantes. No laboratório, conteúdos trabalhados em sala de aula são aplicados em atividades de programação, visão computacional, georreferenciamento e análise de imagens. Gabriel afirma que a experiência no laboratório contribuiu para sua formação técnica e acadêmica. Ele relata ter aprendido a trabalhar em colaboração, utilizar computadores de placa única, sistemas Linux e aplicar conhecimentos adquiridos durante o curso. O estudante também atua com captação de imagens por drone, atividade desenvolvida a partir do contato com o projeto. Outra participante das pesquisas é Floriane Trindade Amorim, de 29 anos. Ela atua em estudos voltados ao uso de drones na agricultura e relatou experiência com o Mini 2, da DJI. Segundo a estudante, o trabalho demonstrou que é possível aplicar tecnologia no campo mesmo com equipamentos mais acessíveis, sem câmera multiespectral, recurso normalmente usado em aplicações agrícolas mais avançadas. Durante a pesquisa, Floriane trabalhou com processamento de imagens, índices vegetativos, sistemas de informação geográfica, manejo e identificação de plantas invasoras. Ela avalia que tecnologias desse tipo podem tornar o trabalho no campo mais moderno, abrir novas oportunidades profissionais e aumentar o interesse de jovens pela área agrícola. Os estudantes do IF Baiano também participam de competições nacionais e internacionais de drones. Para o professor Leandro, esses eventos funcionam como aceleradores tecnológicos, pois apresentam desafios reais que exigem soluções em programação, inteligência computacional e autonomia de voo. Um dos exemplos citados é o IMAV, competição internacional em que equipes precisaram desenvolver sistemas capazes de identificar e contar zebras automaticamente em ambientes naturais. Para isso, os participantes precisaram criar soluções baseadas em algoritmos e visão computacional. No artigo, o grupo de pesquisa também defende que

Prestígio e Força política marcam entrevista do prefeito Eduardo Hagge na Rádio Cidade FM
Amigos, lideranças políticas e apoiadores prestigiaram a entrevista oficial do prefeito Eduardo Hagge na Rádio Cidade FM na manhã deste último sábado (27). Durante o programa, inúmeros ouvintes participaram por telefone, parabenizando o prefeito pela entrevista e elogiando a condução do apresentador Jota Carlos. O principal tema foi a eleição antecipada da Mesa Diretora da Câmara Municipal para o biênio 2027/2028, com destaque para a eleição de Tiquinho à presidência. O assunto reforçou o diálogo entre Executivo e Legislativo e evidenciou a articulação política em torno da nova composição da Câmara. A grande participação popular e a repercussão positiva da entrevista demonstraram o interesse da população pelos rumos da administração municipal e pelos acontecimentos da política de Itapetinga.

Força política de Eduardo Hagge e articulação de Tiquinho garantem eleição unânime da Mesa Diretora da Câmara de Itapetinga
A eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal de Itapetinga para o biênio 2027/2028 demonstrou a força política do prefeito Eduardo Hagge e a capacidade de articulação do vereador Hildérico Nogueira. Com o apoio dos 15 vereadores da Casa, Tiquinho foi eleito presidente de forma unânime, consolidando uma ampla união entre situação e oposição em torno de seu nome. A composição da nova Mesa Diretora ficou definida da seguinte forma: – Presidente: Hildérico Nogueira (PSD) – Vice-Presidente: Daniel Lacerda (PODEMOS) – 1º Secretário: Neto Ferraz (PDT) – 2ª Secretária: Sibele Nery (PT), A votação unânime evidencia o prestígio político de Tiquinho entre os parlamentares e reforça a base de sustentação da gestão do prefeito Eduardo Hagge no Legislativo municipal. A formação da Mesa contempla diferentes correntes partidárias, demonstrando diálogo, articulação e compromisso com a governabilidade nos próximos dois anos.

Lei reconhece aves estudadas na Uesb como patrimônio genético de Itapetinga
As pesquisas genéticas desenvolvidas pelo Laboratório Experimental de Avicultura (Labeave) da Uesb, campus de Itapetinga, alcançaram um importante reconhecimento. A Lei Municipal nº 1.736, de 12 de junho de 2026, passou a reconhecer, como patrimônio genético, histórico, cultural e agropecuário de Itapetinga, as raças Caneludo do Catolé, Carne Negra, Peru Preto Caipira e Pato Catolé. As aves são estudadas e preservadas pelo laboratório, sob a coordenação do professor Ronaldo Vasconcelos, há mais de duas décadas. Segundo o vereador Jean Doriel, autor da proposta, a legislação representa o reconhecimento da tradição avícola do município e do trabalho desenvolvido pela Universidade na preservação e no melhoramento genético dessas aves. O projeto foi aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal e a lei sancionada pela Prefeitura. “Valorizar esse trabalho da Uesb é, acima de tudo, garantir que a nossa história continue sendo escrita com qualidade, tecnologia e, principalmente, com o respeito que os nossos produtores merecem”, destacou o vereador. Pato Catolé De acordo com Jean, a valorização dessas raças contribui para o desenvolvimento econômico e social do município. Adaptadas ao sistema de criação caipira, elas demandam menor investimento em insumos e representam uma alternativa para pequenos criadores, fortalecendo a agricultura familiar e a economia local. “É o conhecimento prático mantendo viva uma tradição que é, ao mesmo tempo, economicamente inteligente e socialmente justa para a nossa cidade”, salientou. O vereador também destacou que a nova legislação fortalece a proteção e a valorização do patrimônio genético desenvolvido a partir das pesquisas conduzidas pela Uesb. Para ele, a iniciativa “representa um marco na convergência entre o conhecimento acadêmico e o desenvolvimento social de Itapetinga”. O Peru Preto Caipira faz parte das aves estudadas há mais de 20 anos no Labeave Para Ronaldo, o reconhecimento poderá ampliar as possibilidades de inserção das raças estudadas pela Uesb em editais do Governo da Bahia voltados à agricultura familiar e ao incentivo à produção, fortalecendo a produção de ovos e a geração de renda. “O Estado da Bahia lançou vários editais para pequenos produtores voltados à produção de ovos. A Bahia tem urgência em alcançar maior independência nesse setor. Como temos raças nativas aqui, elas também podem fazer parte desse processo de forma regular”, afirma. O professor também ressalta o potencial genético de outros animais da região, como caprinos, ovinos e equinos. Além disso, chama atenção para os registros de uma raça bovina conhecida como Junqueira, que desapareceu da região e possui relevante valor genético. Atualmente, o Laboratório busca levantar informações históricas que possam contribuir para o resgate e a preservação desse material genético. Encontro dos “Guardiões das Aves” em Itapetinga Mais de duas décadas de pesquisa genética – O material genético pesquisado no Labeave é resultado de mais de 20 anos de trabalho voltado à preservação de aves adaptadas às condições locais. Parte desse material foi obtida em propriedades rurais da microrregião de Itapetinga, o que torna a região uma importante referência para a conservação dessas linhagens. “Nós temos, aqui no campus de Itapetinga, o maior centro de conservação de raças nativas de galinhas do Norte e Nordeste”, destacou o professor. Segundo ele, as aves já conquistaram o reconhecimento de criadores em diversas regiões do país e estão presentes em 22 estados brasileiros. O Labeave também coordena o projeto “Guardiões das Aves”. A iniciativa busca fortalecer a criação de galinhas nativas e ampliar a distribuição do material genético desenvolvido pela Universidade. O projeto oferece capacitação para criadores, com orientações sobre manejo dos plantéis e comercialização da produção. Para conhecer mais sobre as aves e seu potencial produtivo, acesse gratuitamente o e-book “Manual de Raças”, que reúne informações sobre as características morfológicas e o desempenho produtivo das espécies. Para mais informações, entre em contato com o Labeave pelo telefone (77) 3261-8694. Fonte: Uesb.

Câmara de Itapetinga publica edital de convocação para eleição da mesa diretora para biênio 2027/2028
A Câmara Municipal de Itapetinga publicou nesta quarta-feira (17) o Edital de Convocação para a Sessão Especial que irá eleger a Mesa Diretora para o biênio 2027/2028. A eleição está marcada para o dia 25 de junho de 2026, às 10h, no Plenário Dr. Ulysses Guimarães. O edital foi aprovado por unanimidade dos vereadores que se manifestaram durante a sessão. O vereador Tarugão esteve presente, porém, não se pronunciou sobre a decisão. Já a vereadora Sol dos Animais não participou da votação por estar em viagem. Com a publicação do edital, a Câmara inicia oficialmente o processo de escolha da futura Mesa Diretora, responsável pela condução dos trabalhos do Legislativo Municipal no biênio 2027/2028. A expectativa agora gira em torno da formação das chapas e das articulações políticas nos próximos dias.