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Jerônimo destaca investimentos de Lula na Bahia

Ontem (15), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) destacou os investimentos do governo federal na Bahia, comemorou o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e criticou a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à presidência da República. As declarações foram feitas durante encontro com empresários, ao lado do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), em Salvador.

Jerônimo elogiou a atuação de Alckmin como ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e destacou sua participação na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Então, eu sei, presidente Geraldo Alckmin, o quanto é importante para o Brasil ter um ministro como o senhor. Muito obrigado pela sua disposição de estar aqui com a gente hoje”, contou.

“Nós combinamos aqui, ele também está percorrendo na condição de candidato à vice-presidência, apresentando quais são os itens centrais de um próximo governo do presidente Lula. Temos uma missão importante agora que é o segundo turno dia 25. E o presidente Geraldo Alckmin, mais uma vez, eu e Geraldo Júnior, agradecemos sua disposição”, afirmou.

Investimentos federais

O governador também comentou sua relação com Lula e a busca por investimentos federais, citando o apoio eleitoral recebido pelo presidente na Bahia. “[Lula] é um querido. Ele sabe que eu vou buscar dinheiro e buscamos mesmo, mas a gente leva voto. A Bahia deu 4 milhões de votos na eleição passada. Então é a gratidão que ele diz que tem pela Bahia. Ele falou isso, não estou nem de brincadeira, mas ele sabe que nós trabalhamos pelo Brasil”, declarou.

Na terça-feira (13), foi assinado em Brasília um termo de compromisso que prevê R$ 3 bilhões em recursos federais para a construção da Ponte Salvador-Itaparica, empreendimento estimado em R$ 10,4 bilhões.

Jerônimo também comemorou a aprovação no Senado da proposta que prevê o fim da escala 6×1 e defendeu a PEC da Segurança Pública, destacando a necessidade de ampliar a atuação federal no combate à criminalidade.

Ao comentar a disputa presidencial, o governador criticou a possibilidade de Flávio Bolsonaro adotar cortes de gastos públicos semelhantes aos realizados na Argentina, com impactos sobre programas sociais. “Mas é claro que corre risco, sim. Foi o mesmo que foi usado na Argentina, e quem pagou a conta com o tesouraço foram os pobres, foram os projetos sociais”, acrescentou o governador baiano.

Fonte: Tribuna da Bahia.

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