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ECONOMISTAS APOIAM AS INICIATIVAS DO PRESIDENTE DO BNDES, PAULO RABELLO DE CASTRO

 

A iniciativa de destravar os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciada por seu presidente, Paulo Rabello de Castro, foi considerada muito bem-vinda por economistas. Parte da dificuldade de a economia reagir, segundo especialistas, está justamente na carência de crédito, em particular do financiamento voltado a obras de infraestrutura, que sempre tiveram particular dependência da instituição. O BNDES faz falta, explica o economista José Roberto Afonso, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP). Ele diz que o crédito do BNDES recua, em termos reais, desde meados de 2014, mas lembra que, junto, caiu o crédito dos demais banco. Afonso reforça que o movimento do BNDES, para ter um efeito robusto, deveria ser acompanhado pelo mercado. “Para sair da recessão, é necessário retomar o crédito não apenas do BNDES, mas também do resto do sistema bancário, bem como do mercado de capitais e financeiro. Seria muito bom se todos trabalhassem juntos, como é comum no resto do mundo, sobretudo em economias avanças e liberais, onde o banco de desenvolvimento, ainda que seja estatal, atua em parceria e caráter complementar às demais instituições, inclusive privadas.

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