Embora ainda não haja uma data oficialmente definida para que a estrutura administrativa da Prefeitura de Salvador deixe o Palácio Thomé de Souza, a previsão, como já noticiado por esta coluna, é de que a mudança ocorra ainda em janeiro. Restam apenas intervenções pontuais no Palácio da Sé para viabilizar a transferência.
No momento, a principal preocupação dos responsáveis pelo processo está relacionada ao futuro do Palácio Thomé de Souza. A ideia inicial era doar o imóvel à Universidade Federal da Bahia ou transformá-lo em uma prefeitura-bairro, mas há receio de que, com a desmontagem da atual estrutura interna, o prédio não suporte a retirada dos equipamentos e não seja possível remontá-los em outro local.
A oposição baiana ainda está dividida em relação a uma eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência. Uma ala avalia que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode recuar entre fevereiro e março, caso conclua que suas chances de vitória na disputa pelo Palácio do Planalto são reduzidas, e abra espaço para um nome considerado mais competitivo, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
Outro grupo, no entanto, acredita que Flávio levará a candidatura até o fim, independentemente das projeções eleitorais. Nesse cenário de indefinição, cresce a expectativa de que a oposição nacional amplie o leque de pré-candidaturas, com nomes como o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), e o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD).


