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Jequié: Zé Cocá confirma ida ao PSB e apoio a Jerônimo

O prefeito de Jequié, Zé Cocá, hoje filiado ao PP, confirmou nesta quarta-feira (21), durante encontro com o secretário estadual de Relações Institucionais, Adolpho Loyola, que aceitará o convite para ingressar no PSB, partido comandado na Bahia pela deputada federal Lídice da Mata.

No Palácio de Ondina, a movimentação é tratada como estratégica. A avaliação é que a entrada de Cocá ajuda a dar mais peso ao PSB dentro da base de Jerônimo Rodrigues, com a lógica de consolidar uma legenda sobre a qual o governo consiga exercer influência mais direta — em roteiro semelhante ao que Rui Costa já estimulou ao fortalecer o Avante.

O convite, aliás, foi escancarado publicamente pelo presidente da UPB, Wilson Andrade, prefeito de Andaraí, ligado a Lídice e muito próximo do pepista. Por ora, Cocá não entra com a intenção de disputar a chapa majoritária. Mas, nos bastidores, o nome segue “na mesa” — sobretudo para compor como vice, hipótese já ventilada em outros momentos.

Com a mudança, Cocá — que apoiou ACM Neto na última disputa ao governo e chegou a ser citado na órbita oposicionista — mira ampliar influência no Médio Rio de Contas, fortalecer o projeto local e chegar mais bem posicionado para 2028 e, olhando mais adiante, para 2030.

A ida ao PSB não deve ser solitária. Também migrariam cinco deputados estaduais: quatro hoje no PP e críticos da federação nacional com o União Brasil — Hassan Iossef (aliado direto de Cocá), Niltinho, Eduardo Sales e Antonio Henrique Júnior — além de Vitor Bonfim, que é o único do grupo projetando disputa para a Câmara Federal. Os demais tendem a buscar a reeleição na Assembleia.

Vitor Bonfim e Hassan, inclusive, participaram da reunião com Loyola na Governadoria. O desenho em discussão prevê um grande ato político para oficializar as adesões antes mesmo da abertura da janela partidária. A expectativa é que Cocá leve um grupo expressivo de prefeitos para a sigla — fala-se em quase 20, com potencial de ultrapassar 30, a depender do efeito dominó entre gestores e deputados.

Fonte: Políticos do Sul da Bahia.

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