
Academia anuncia filmes brasileiros aptos a uma indicação ao Oscar
A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais anunciou 28 longas-metragens aptos a disputarem uma indicação à vaga na categoria Melhor Filme Internacional no Oscar 2024. Uma comissão precisa apresentar seis finalistas no próximo dia 5 de setembro. E no dia 12 de setembro será anunciado o filme escolhido para representar o Brasil na edição do Oscar do próximo ano. Uma das regras que torna o filme apto a concorrer é a obrigatoriedade de não ter sido exibido em televisão aberta, fechada ou plataformas de streamings, antes de seu lançamento comercial nas salas de cinemas, por pelo menos sete dias consecutivos. Entre os pré-selecionados estão longas de ficção, documentários e animações. A comissão que irá escolher o filme é composta por 23 profissionais. Todos com algum tipo de ligação com o mercado audiovisual brasileiro. No caso de empate na escolha final, o voto de desempate ficará com a presidência da Comissão, que este ano está a cargo de Ilda Santiago, uma das fundadoras e sócia do Grupo Estação. No site academiabrasileiradecinema.com.br/oscar2024 é possível saber mais sobre os títulos brasileiros concorrentes à vaga. A cerimônia do Oscar 2024 está prevista para ocorrer no dia 10 de março. Confira a lista dos filmes brasileiros habilitados: A Primeira Morte de Joana, de Cristiane Oliveira Angela, de Hugo Prata Chef Jack, O Cozinheiro Aventureiro, de Guilherme Fiuza Zenha Elis & Tom, Só Tinha de Ser com Você, de Roberto de Oliveira Estranho Caminho, de Guto Parente Jair Rodrigues – Deixa que Digam, de Rubens Rewald Mais Pesado é o Céu, de Petrus Cariry Medusa, de Anita Rocha da Silveira Ninguém é de Ninguém, de Wagner de Assis Noites Alienígenas, de Sergio de Carvalho Nosso Sonho, de Eduardo Albergaria O Alecrim e o Sonho, de Valerio Fonseca O Espaço Infinito, de Leo Bello O Faixa Preta – A Verdadeira História de Fernardo Tererê, de Caco Souza O Homem Cordial, de Ibere Carvalho O Mestre da Fumaça, de André Sigwalt e Augusto Soares O Rio do Desejo, de Sergio Machado Pedágio, de Carolina Markowicz Perdida, de Luiza Shelling Tubaldini Perlimps, de Alê Abreu Raquel 1:1, de Mariana Bastos Regra 34, de Julia Murat Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho Segundo Tempo, de Rubens Rewald Sinfonia de um Homem Comum, de José Joffily Tia Virginia, de Fabio Meira Tração, de André Luís Urubus, de Claudio Borrelli

‘Barbie’ supera ‘Harry Potter’ e se torna a maior bilheteria da história da Warner Bros com US$ 1,3 bilhão
“Barbie” continua a gerar novos recordes das bilheterias. Nesta segunda-feira (28), o filme de Greta Gerwig alcançou um marco significativo ao ultrapassar a marca de US$ 1,342 bilhão (cerca de R$ 6,5 bilhões) nas bilheterias mundiais, superando “Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2” e conquistando o título de maior bilheteria da história da Warner Bros. Os dados foram divulgados pelo Deadline. Os números astronômicos não devem parar por aí. A expectativa é que, nos próximos dias, o filme supere a atual maior bilheteria do ano, pertencente a “Super Mario Bros. – O Filme”, que acumulou US$ 1,359 bilhão. Caso alcance esse feito, “Barbie” entrará para o grupo das 15 maiores bilheterias de todos os tempos. Especialistas do mercado cinematográfico acreditam que “Barbie” ainda tem potencial para atingir a impressionante marca de US$ 1,5 bilhão nas bilheterias globais, o que o colocaria à frente de “Top Gun: Maverick”, o maior sucesso de bilheteria do ano passado e atual 12º lugar entre as maiores bilheterias de todos os tempos. Enquanto isso, lançado no mesmo dia, “Oppenheimer” segue acumulando resultados expressivos nas bilheterias a nível global. Com uma arrecadação total de US$ 777,2 milhões até o momento, o longa de Christopher Nolan está a caminho de superar a marca de US$ 800 milhões em um futuro próximo.

Espetáculo sobre a trajetória de Luiz Gonzaga chega em Salvador
O musical infantil “Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças” chega a Salvador para únicas apresentações neste fim de semana, no Teatro da Cidade, que fica no Villa Campus de Educação, na Avenida Paralela. Celebrando dez anos de estrada, a apresentação narra, para toda a família, a trajetória do Rei do Baião, em apresentações na próxima sexta-feira, 25, às 20h; sábado, 26, às 11h, 15h e às 18h30; e domingo, 27, às 11h e 15h. O espetáculo é apresentado pela Bradesco Seguros, através da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Com direção de Diego Morais e direção musical de Guilherme Borges, Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças conta passagens da infância do Rei do Baião no interior do Nordeste, com destaque para a descoberta do amor, quando o jovem Luizinho, interpretado por Pedro Henrique Lopes, se apaixona por Nazinha, vivida por Marina Mota, filha de um coronel que não permite o namoro deles. No elenco, também estão Erika Riba e Sergio Somene. O espetáculo é embalado por grandes sucessos do músico, como “Asa Branca”, “Que Nem Jiló”, “Baião”, “O Xote das Meninas”, “Olha Pro Céu”, entre outros. Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças foi indicado em oito categorias nos maiores prêmios de teatro infantil do Rio de Janeiro e premiado na categoria como Melhor Atriz no Prêmio CBTIJ de Teatro Infantil 2015. Os ingressos estão sendo vendidos por R$ 70 (plateia premium) e R$ 50 (plateia comum) no Sympla. No teatro pode ser comprado até 3 horas antes do início de cada espetáculo. Serviços Luiz e Nazinha – Luiz Gonzaga para Crianças Data: 25, 26 e 27 de agosto de 2023. Teatro da Cidade (Av. Luís Viana Filho, 7731 – Subsolo 1 – Paralela, Salvador – BA, 41745-130) Horários: Sexta 20h; Sábado 11h, 15h e 18h30; e Domingo 11h e 150h Valores: R$ 70 (plateia premium) e R$ 50 (plateia comum) Duração: 60 minutos Classificação: Livre

Gilberto Gil, Preta e família investigam as suas raízes na nova turnê ‘Nós, a Gente’
Enquanto Gilberto Gil canta –acompanhado de filhos e filhas, netos e netas– os versos de “Babá Alapalá”, passam pelo telão que toma todo o fundo do palco imagens que carregam a comunhão inequívoca de álbum de família. Testemunhado nesta sexta-feira (16), na casa de shows carioca Qualistage, na estreia nacional da turnê “Nós, a Gente”, o momento sintetiza o espírito do espetáculo, que chega a São Paulo na semana que vem como atração do Festival Turá, no Ibirapuera. A ancestralidade de que tratam os versos (“O filho perguntou pro pai/ Onde é que tá o meu avô?”) é vestida pela alegria e exuberância do arranjo e do ritmo que apontam para a África. “Ancestralidade é a conversa lá de casa”, diz Gil ao fim da canção. A mesma alegria e exuberância está presente nas fotos de família do telão, que ao longo do show se desdobram em imagens da Bahia, do Rio, dos Filhos de Gandhy, dos Doces Bárbaros, de Rita Lee, enfim, da família estendida. No show, que já rodou a Europa, tudo traz a marca da pureza da positividade do lar, do sentido de pertencimento, e do conforto que isso traz. Gil e os seus afirmam no palco que família é a unidade na qual várias individualidades se cruzam, histórias se costuram, gerações se harmonizam sob o mesmo teto. Ali está Preta Gil, que passa por um tratamento contra o câncer e uma separação. “Eu sou preta, eu sou gorda, eu sou bissexual. Eu estou me tratando de um câncer. Eu estou solteira. E eu sou filha do imortal Gilberto Gil”, diz a certa altura, sob efusivos aplausos, enquanto canta “Vá se benzer”, que gravou com Gal Costa. Há o neto Sereno, de seis anos, levando a sério a brincadeira de ser músico. “Começando cedo com as guitarras de brinquedo”, diz Gil. Está ali também a filha Nara, cantando uma música que seu pai fez para a mãe, “Amor Até o fim”. Todos os caminhos individuais potencializam a força do coletivo, amparada num repertório cujo núcleo são as canções mais esperançosas e festivas do patriarca. Já nos primeiros instantes do show se revela o tom que dominará a noite, com a luminosidade de “Barato Total” (“Quando a gente está contente/ Tanto faz o quente/ Tanto faz o frio”), seguida do ijexá “Serafim”, igualmente solar, e da afirmativa “Avisa Lá”, do Olodum. Ou seja, uma pequena celebração da Bahia, exposta em imagens de beleza turística, de cores saturadas, o que mais tarde se repetirá nas cenas do Rio, enquanto Gil e sua neta Flor cantam “Garota de Ipanema”. As imagens e a música não deixam dúvidas, portanto: não há no show contraponto à alegria. Mesmo “Deixar Você”, que documenta um possível fim de amor, tem o foco na beleza e na ação positiva de ação contra o fim: “Que a luz nasce da escuridão”. E a crítica social de “Nos Barracos da Cidade” se dá pelo apelo dançante e pelo refrão explosivo que a plateia canta a plenos pulmões: “Gente estúpida/ Gente hipócrita”. Musicalmente, a família sustenta a proposta do espetáculo, sobretudo na figura do diretor musical Bem e do trio Francisco, João e José, que integram os Gilsons –o repertório inclui canções gravadas pelo grupo, como “Várias Queixas”. As vocalistas Preta, Nara e Flor alternam momentos de destaque. Mariá Pinkusfeld, nora de Gil, completa o quarteto vocal. O neto Bento também faz bonito quando fica sozinho no palco com o avô em “O Pato”, homenagem a João Gilberto, e “Metáfora” –as duas levadas no tamborim e no violão, com a dupla se alternando nos instrumentos. Completam a formação os netos Pedro, Gabriel e Lucas na percussão, além dos pequenos Sereno, Nino, Dom e Sol de Maria, bisneta de Gil. Bela faz uma participação dançando em “Andar com Fé”. Gal Costa e Rita Lee foram lembradas. A primeira, com “Esotérico”, do repertório dos Doces Bárbaros, quarteto que reuniu na década de 1970 a cantora, Gil, Caetano Veloso e Maria Bethânia. Já a paulistana foi homenageada com “De Leve”, versão de “Get Back”, dos Beatles, que Gil e ela fizeram juntos para o show “Refestança”, que os uniu em 1977, e com “Ovelha Negra”, entoada sobretudo pelas mulheres da banda, uma escolha significativa no contexto de celebração a Rita. Por fim, já no bis, “Aquele Abraço”, feita por Gil para louvar a beleza da existência mesmo sob o horror da prisão arbitrária da qual ele acabara de sair, é ressignificada pelos abraços familiares que passam pelo telão. Manifestações de carinho fraternas, paternas, maternas, intergeracionais e intrafamiliares apontam o sentido final do espetáculo: o núcleo, a casa, onde se enraíza e a partir de onde se espalha. A régua e o compasso, enfim. NÓS, A GENTE Quando: Confira as datas e locais aqui.

Produtor cultural apresenta à prefeita proposta de 1º Festival Nacional de Cinema da cidade
A prefeita Sheila Lemos recebeu, na manhã desta sexta-feira (10), em seu gabinete, o cineasta, produtor e articulador cultural, Beto Magno, e o empresário Kléber Avelino. Acompanhados da diretora do Planetário Everardo Públio de Castro, Tina Rocha, eles apresentaram à prefeita o projeto do 1° Festival Nacional de Cinema de Conquista e discutiram possibilidades de parceria. A ideia do produtor cultural Beto Magno é que o evento seja realizado ao longo de dez dias do mês de julho, promovendo, dentro de sua programação, diferentes atividades. Entre elas, a principal é a competição e consequente premiação de grandes nomes do cinema brasileiro, a partir de filmes inéditos ou já conhecidos. A prefeita elogiou a proposta que visa evidenciar o nome de Vitória da Conquista no cenário do cinema nacional, principalmente, pelo fato de a cidade ser a terra natal do cineasta Glauber Rocha e, em outra frente, além da cultural, incrementar a economia e o turismo na cidade. “Agora, analisarei, conjuntamente, com o secretário de Cultura, Xangai, a viabilidade da parceria”, assegurou. De acordo com o produtor cultural, é importante ver a sensibilidade da gestão municipal para essa área. “Essa foi uma reunião muito positiva porque a prefeita sempre tem uma predisposição em trazer iniciativas importantes para a cidade. Está na hora da cidade alçar um grande voo, por isso a proposta desse festival nacional de cinema para que Conquista consiga mostrar ao Brasil e ao mundo sua capacidade turística e cultura que temos. Esperamos que a parceria aconteça!”, avaliou.

Acelen convida o cantor Gerônimo para homenagear Iemanjá com canção inédita
O “Presente de Iemanjá”, música inédita de Alexandre Leão e Manuca Almeida, cantada por Gerônimo Santana, soa como oferenda à rainha do mar e também para devotos, baianos e turistas. Mesclando a voz do cantor ao arranjo suave, a canção foi gravada para embalar as ações da Acelen, empresa de energia, gestora da Refinaria de Mataripe, nas ações de celebração a este 2 de fevereiro. Para homenagear Iemanjá, além da gravação com Gerônimo, a Acelen promoverá outras ações, como um café da manhã com personalidades baianas e ações socioambientais com catadores de recicláveis e mergulhadores, para limpeza de ruas e mar no bairro do Rio Vermelho. A empresa vem apostando na cultura e na tradição popular como energia fundamental para o desenvolvimento do povo baiano. No mês de janeiro, apoiou os festejos ao Senhor do Bonfim e regravou, com Armandinho, Aroldo Macedo e Alexandre Leão, uma nova versão do hino Glória a Ti, para homenageá-lo. As músicas e outras iniciativas podem ser conferidas nas redes sociais da Acelen.