Ederson foi diagnosticado com tumor no testículo, descoberto após dois exames de doping positivos nas partidas contra o Atlético-MG (13 de maio) e Atlético-GO (17). A substância é a beta-HCG, que estimula produção de testosterona. Na coletiva, o presidente Eduardo Bandeira de Mello, o chefe do departamento médico, Márcio Tannure, e o diretor de futebol, Rodrigo Caetano, explicaram a situação do atleta e passaram toda força a Ederson.
O resultado dos exames de urina (do controle de dopagem da CBF) apontava o doping do jogador, que confidenciou ao departamento médico não ter ingerido nenhuma substância proibida. O Flamengo, então, fez exames complementares no sábado, de imagem e sangue, e constatou o tumor. O jogador passa por cirurgia na próxima segunda-feira.