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Banana de Bom Jesus da Lapa recebeu Indicação Geográfica do INPI

A banana produzida em Bom Jesus da Lapa recebeu Indicação Geográfica (IG) concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), na modalidade Indicação de Procedência (IP), com publicação na Revista da Propriedade Industrial (RPI) nº 2875, de 10 de fevereiro.

No mesmo comunicado, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) afirmou que também participa de três IGs registradas em Minas Gerais e destacou a certificação como instrumento ligado à valorização de produtos com identidade territorial.

Segundo o release, o reconhecimento da banana reforça a qualidade e a tradição do cultivo no município baiano, apontado como referência em fruticultura irrigada. O material também informa que, com o novo registro, o Brasil passa a contar com 165 Indicações Geográficas, sendo 42 Denominações de Origem (DO) e 123 Indicações de Procedência (IP).

No texto, a IG é associada à valorização comercial, fortalecimento da identidade regional e ampliação de mercados.

Três IGs em Minas Gerais com participação da Codevasf

A Codevasf afirma que a experiência em estruturação de cadeias produtivas e apoio técnico a produtores se consolida em Minas Gerais com participação em três IGs reconhecidas pelo INPI: Queijo Canastra, Própolis Verde de Minas Gerais e Mel de Aroeira do Norte de Minas.

O chefe da Unidade de Desenvolvimento Territorial da 1ª Superintendência Regional da Codevasf, em Montes Claros, Alex Demier, afirmou que o selo é relevante para reconhecer produtos cujas características e qualidade estão vinculadas ao território.

Ele também relacionou a IG à estratégia de comercialização ao mencionar a garantia ao consumidor de que se trata de um produto original, produzido no local indicado e com características associadas à região.

No caso do Queijo Canastra, o release informa que a Codevasf construiu a primeira Escola de Queijeiro Artesanal do Brasil, descrita como estrutura para análises de leite e queijo, com foco em assegurar qualidade e conformidade aos produtores que utilizam o selo da IG. A iniciativa é apresentada como medida de fortalecimento da organização produtiva e de ampliação do reconhecimento do produto.

Para a Própolis Verde de Minas Gerais, a companhia cita ações de organização e capacitação de produtores e estruturação da produção e do processamento nas regiões Central, Centro-Oeste e Vale do Jequitinhonha. A Codevasf afirma que o apoio contribuiu para consolidar a cadeia produtiva e agregar valor ao produto.

No Mel de Aroeira do Norte de Minas, a Codevasf afirma ter participado desde os estudos de caracterização do mel até a instrução do processo de registro da IG. O release também aponta atuação na organização, capacitação e estruturação da produção e do processamento, destacando bases técnicas para o reconhecimento.

IG como estratégia de desenvolvimento territorial

No comunicado, a Codevasf avalia que a IG da banana de Bom Jesus da Lapa, somada às três IGs mineiras com participação da empresa, reforça a indicação geográfica como instrumento de desenvolvimento regional.

O texto associa a IG à organização produtiva, qualificação técnica, agregação de valor e fortalecimento da identidade territorial, mencionando esses fatores como elementos para ampliar competitividade e sustentabilidade econômica nos territórios onde a companhia atua.

Fonte: Agência Sertão

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