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REFORMA DE RUI DEVE COMPENSAR LEGENDAS QUE NÃO INTEGRARÃO CHAPA DA REELEIÇÃO; MUNIZ DEVE IR PARA LUGAR DE WAGNER

 

Além de azeitar a máquina para enfrentar a sucessão estadual de 2018, deixando na administração apenas secretários que não estão preocupados com sua própria eleição, a reforma administrativa planejada pelo governador Rui Costa (PT) para o final do ano tem um propósito: reforçar a posição de partidos que não vão poder participar da chapa majoritária, a exemplo do PSB da senadora Lídice da Mata, do PR do deputado federal José Carlos Araújo e do PCdoB.

Apesar das fortes chances de permanecer na chapa da reeleição, o PP é outro partido que deve aproveitar a oportunidade para ampliar sua participação no governo. Um dos nomes da legenda cotados para a secretaria estadual de Desenvolvimento Econômico, no lugar do ex-governador Jaques Wagner, é o do hoje senador Roberto Muniz, um suplente que deve deixar a vaga com o retorno ao Senado do atual secretário de Educação, Walter Pinheiro.

Outro partido que deve ser fortalecido na reforma é o PCdoB, sigla que, assim como o PSB e o PR, não tem a menor possibilidade de indicar hoje algum nome à chapa, apesar de já ter anunciado publicamente o desejo de lançar ao Senado o deputado federal Daniel Almeida. As chances do PR, por sua vez, se ampliariam no caso de o partido receber os deputados do PP Ronaldo Carletto, Roberto Brito (federais), Robinho e Luiz Augusto (estaduais).

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