Com a sua prisão decretada, Dani Alves está vivendo apuros na Espanha desde que responde um processo criminal por Delito de Domínio Público contra uma jovem de 23 anos. Nesta semana, o laudo médico feito pela perícia atestou vestígios de DNA do brasileiro na vítima e também nas roupas dela. Pela quarta vez, Alves alterou seu depoimento.
Mas não apenas isso tem sido problema em sua vida, por causa da prisão, Daniel Alves perdeu as parcerias comerciais com algumas marcas.Segundo o portal R7, na coluna de Cosme Rímoli, a Adidas, não renovou o contrato, que vencia em janeiro deste ano. Já as empresas Hygia Saúde, Ethija e 1xPartner suspenderam os respectivos contratos. A situação financeira começa a desesperar seus familiares.
Além disso, como divulgado pelo colunista do R7 Cosme Rímoli, a direção do Pumas, clube mexicano em que o atleta estava jogando, não só rescindiu seu contrato por justa causa, mas também decidiu exigir de Daniel Alves cerca de R$ 25 milhões, por ter tido sua imagem exposta, afetada pela situação em que o brasileiro, seu contratado, se envolveu.
Liberdade provisória foi negada
A defesa entrou com recurso contra a prisão preventiva do ex-jogador do Barcelona. Em um documento de 24 páginas, os advogados alegam que não há risco de fuga e pedem que o atleta responda em liberdade. Foram sugeridos a entrega do passaporte e até mesmo o uso de “pulseira telemática”, similar a uma tornozeleira eletrônica. O Ministério Público da Catalunha rejeitou o pedido, e agora, a defesa aguarda a análise de recursos sobre essa decisão.